3 fatos contra o aborto

Por Benjamin Lopes

Estes são três fatos contra o aborto que podem ser usados naqueles momento que iniciam um debate sobre esse assunto. Quer manter seus argumentos atualizados? Então acompanhe o BrasilPainel no Facebook!

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1. A primeira feminista a organizar a defesa do aborto livre era racista, defendia a Ku Klux Klan, e queria reduzir a população afro-descendente



Margaret Sanger defendia que mulheres afro-descendentes deveriam abortar. Hoje o lugar mais perigoso para um norte-americano afro-descendente não é algum bairro violento, mas sim o corpo da própria mãe. O movimento abortista tem prejudicado tanto a população negra que atualmente existem movimentos de preservação da gestação de bebês negros. Um deles é o Black Genocide, que alerta: “Para cada duas mulheres afro-americanas grávidas, uma vai abortar”.

2. O feto não é um adulto, mas é uma pessoa



É comum que os defensores do direito ao aborto livre digam “o feto não é uma pessoa ainda”. Este argumento é extremamente falho e fraco, e resiste apenas quando o lado anti-abortismo não estudou o básico sobre Biologia. O que caracteriza a espécie é o DNA, e o feto tem DNA humano; além disto, tem metabolismo, caracterizando - sem dúvidas -, a vida. E o requisito do DNA é tão importante que mesmo um vírus é considerado vida pelo fato de poder ter DNA, e nem sempre tem.

3. A lei serve para igualar as forças, e neste caso o feto é a força mais fraca


A função da lei é fazer o forte e o fraco terem acesso à defesa e à justiça. Do contrário, o mais forte sempre venceria o mais fraco. E no caso do aborto, o feto representa a força mais fraca e a gestante a força mais forte. Portanto a lei ser contra o aborto não se trata simplesmente da liberdade da mulher, mas sim de defesa da vida humana mais fraca.

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