Rebatendo a teoria farsante da "dívida histórica"


Por Davi Alves
autor convidado de O Congressista

Já tem um bom tempo, principalmente nos Estados Unidos, com uma enorme ajuda da grande mídia, que o movimento negro usa mentiras como “racismo sistemático” e “privilégio branco” para promover seu vitimismo de sempre e sua ideologia racial extremista, que às vezes lembra até a Ku Klux Klan da década de 20. Aqui no Brasil o vitimismo e a ideologia são as mesmas, só que a mentira da vez é a dívida histórica.

É, amigo branco, pardo e mulato, parece que não basta um governo corrupto que te rouba via impostos, agora tem essa da dívida histórica. Coisa que faz estudantes negras da USP quererem até as almas de pessoas brancas. Acredito que pessoas como essas não conhecem algo chamado meritocracia, que fez um negro ser presidente de um país onde antigamente havia escravidão.

Esse mesmo mérito fez Serena Williams ser a maior tenista do mundo e tornou cantores como Michael Jackson, Ray Charles e James Brown verdadeiras lendas. Nenhuns deles nunca precisou de coisas imbecis como cotas ou essa tal dívida histórica. E caso você seja negro, também não. Precisa apenas da meritocracia, como qualquer outra pessoa normal.

O pastor norte-americano e ativista político em defesa dos negros (pessoa que esse movimento negro deveria seguir, em vez de racistas como Malcolm X) Martin Luther King (na foto) em uma parte do seu famoso discurso "I have a Dream", rejeitando qualquer coletivo, diz “eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo o conteúdo de seu caráter”.

Eu concordo com Luther King. Todos devem ser julgados individualmente pelo o conteúdo do seu caráter, assim como há pessoas más, existem pessoas boas em todas as etnias. Do mesmo jeito que já houve escravocratas brancos, houve também negros. E ninguém deve nada a ninguém por um crime que era praticado por todos no passado.