Grande mídia demonstra todo seu preconceito com quem pensa diferente durante posse de Trump


Por Davi Alves

Com a posse de Donald John Trump como novo presidente dos Estados Unidos da América, ficou visível mais uma vez a forma mentirosa e odiosa como a grande mídia, especialmente as redes de notícias americanas como a CNN, NBC, e daqui do Brasil a Globo News tratam com um pretenso desmerecimento de nível baixo, parecido com aquele utilizado na campanha eleitoral, o mais novo homem a ocupar a cadeira mais importante do mundo.

Absolutamente tudo que se via na posse estava "péssimo" para os grandes canais. Aos olhos dos seus jornalistas e comentaristas “progressistas”, a primeira percepção do dia foi feita sobre a escolha do vestido da primeira dama Melania Trump. Não basta falarem que no ano passado ela teria roubado o discurso de Michele Obama, agora a mídia, nada imparcial, declarava que a bela eslovena havia “imitado” o vestido de Jackie Kennedy, usado há mais de 50 anos durante a posse de seu marido, o 35º presidente dos EUA John F. Kennedy.

Posteriormente, as "análises" seguiram e não pararam de citar uma pesquisa feita três dias antes que mostrava que Trump só possuía 40% de aprovação popular. Pesquisas feitas, adivinhem, por quem? Eles mesmos, a chamada “grande mídia”, ou seja, as mesmas pessoas que passaram todo ano de 2016 falando que Hilary Clinton seria eleita e que Trump, agora presidente dos EUA, perderia. Lembra?

As falácias não param por aí. Para a imprensa e seus jornalistas de política que passaram rapidamente, de um minuto a outro, a entender e serem crítico de cultura e de música, a jovem cantora da Pensilvânia, Jackie Evancho, cantou o incrível hino nacional americano "horrivelmente", e não chegando aos pés da cantora declaradamente esquerdista e filiada ao Partido Democrata Beyonce. O mais estranho é que Jackie, que tem apenas 16 anos, cantou sem qualquer erros ou desafinação e foi bastante elogiada na internet.

Houve também várias acusações de nepotismo por Donald ter nomeado seu genro Jared Kushner como seu assessor sênior, o que não é mentira, mas que também não é nepotismo. E claro, não podemos esquecer as milhares de vezes que jornalistas falavam que Trump e os escolhidos para cargos no governo por ele eram em sua grande maioria "xenófobos", "racistas" e até mesmo citaram a expressão “supremacista branco” para descrever Steve Bannon, diretor-executivo do site conservador de notícias "BreitBart News", agora estrategista-chefe do presidente Donald Trump.

A pior e mais horrível de todas, sem dúvidas, foi a grande mentira de que o público presente na posse era muito pequeno e que só havia pessoas brancas. Sim, a grande mídia foi racista nessa afirmação. Falam como se as pessoas brancas não tivessem direito a expressar opinião na política. Na posse de Trump estavam milhares e milhares de pessoas, entre eles estavam negros, latinos-americanos, indianos, asiáticos e até mesmo mexicanos. Assim fica fácil entender porque todas essas emissoras estão em decadência e a conservadora Fox News em ascensão.

Com tudo isso, fica uma pergunta: por que Donald Trump intimida tanto essas redes de notícias e seus jornalistas? Será que é por ele ser uma pedra no sapato dos defensores do “multiculturalismo”, que amam terroristas, das políticas abortistas e do politicamente correto?
Grande mídia demonstra todo seu preconceito com quem pensa diferente durante posse de Trump Grande mídia demonstra todo seu preconceito com quem pensa diferente durante posse de Trump Reviewed by O Congressista on 18:44:00 Rating: 5

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