Advogada ligada ao PSOL afirma que bebê na barriga da mãe não é uma pessoa e nem tem direito

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A ação protocolada pelo PSOL no Supremo Tribunal Federal (STF) pela descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação trabalha, principalmente, com a relativização do direito à vida por parte dos fetos. Uma das advogadas autoras da ação, Luciana Boiteux, afirmou:

"Uma pessoa constitucional, para ter a plenitude de todos os direitos, precisa nascer. Na verdade, o embrião em formação tem uma expectativa, mas ele ainda não é uma pessoa”. Clique aqui para ler a matéria da Gazeta do Povo na íntegra.