Caso dos folhetos Hirota Food mostra autoritarismo dos progressistas

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Por Henrique S. R. Silva

O supermercado paulista Hirota Food lançou uma cartilha religiosa que critica o casamento gay, relações sexuais fora do casamento,adultério e aborto, posições contrárias aos dogmas cristãos. Diante disso, a militância progressista fez um intenso ataque à rede de supermercados, sempre atacando suas postagens e dando rating de uma estrela na avaliação da página do Facebook.

Após isso o supermercado fez um comunicado oficial alegando que jamais incitou homofobia ou quaisquer tipos de preconceito.

Na sexta feira, dia 22/12, o Ministério Público mandou o supermercado retirar as cartilhas e ameaçou tomar medidas judiciais caso não seja atendido.

Aqui temos um caso de autoritarismo do MP, que quer censurar a liberdade de expressão. A liberdade de expressão é um direito constitucional. O supermercado tem o direito de distribuir suas cartilhas e os movimentos contrários possuem direito de discordar, mas o Estado não tem o direito de censurar. Trata-se de uma imensa hipocrisia, pois o mesmo MP não aplicou sanção alguma na exposição pedófila do MAM, aquela sim deveria ser censurada para menores de idade, pois pedofilia obviamente é crime.

Autoritarismo também da esquerda, pois os mesmos grupos que alegam pregar ''amor de tolerância'', fazem verdadeiro escândalo contra quaisquer tipos de manifestações cristãs.

Isso não é novidade, pois o MP está aparelhado e trabalha a serviço da esquerda para destruir valores tradicionais e cristãos.

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