O fanatismo anti-Trump e as fakes news da grande imprensa

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Por Pedro Augusto

Quem se interessa pela política norte-americana e a acompanha, principalmente pelos meios de comunicação brasileiros, está acostumado a um teor negativo sobre qualquer decisão tomada por Donald Trump.

Hoje, há um jornalismo que se tornou fanático em seu anti-trumpismo. Qualquer ação precisa ser ridicularizada. Nada que o presidente dos Estados Unidos faça é bom. Tudo para a imprensa é motivo de críticas, desde a diminuição de impostos, algo que agrada a muitos empreendedores e aos mais pobres, até a forma que ele bebe água, olha para o céu, aperta a mão de uma pessoa e alimenta alguns peixes

O Jornal Nacional, por exemplo, chegou a fazer uma patética reportagem, com um tom crítico, sobre a reforma tributária do republicano. O tempo mostrou que as informações do telejornal estão mais uma vez erradas em suas previsões catastróficas, afinal, diversas empresas anunciaram investimentos bilionários  e aumentos salariais aos funcionários.

Portanto, qualquer atitude do presidente dos Estados Unidos, para eles, é algo catastrófico e todas as criticas do republicano à imprensa se tornam um ataque aos jornalistas e incentivos às fake news, que, inclusive, tornaram-se temas de debates nestes mesmos veículos que se autocoroam como fonte da objetividade e verdade.

Mas será mesmo que todos devem confiar tanto assim na grande mídia quando o assunto é Donald Trump? Nem tanto, afinal, quem procurar se informar de forma mais aprofundada verá que não há cobertura sobre a política norte-americana, mas sim uma tremenda torcida para a presidência do republicano dar errado ou pelo menos para o mesmo prostrar a agenda progressista de grande parte dos jornalistas.

Afinal, quais os exemplos de erros e de torcida da imprensa?

Os casos são muitos e eles passam dos casos mais bobos aos mais sérios. Por exemplo, provavelmente quem assiste telejornal ou lê qualquer site ou jornal da grande mídia já se deparou com o possível concluo entre Trump e Rússia. Cada novo acontecimento é informado como uma espécie de "agora vai", "a vida de Trump está complicada". Mas será? Até agora não se pode dizer isso, afinal, há mais fumaça do que fogo. Não existe até o momento nada que comprove o caso. Inclusive, um jornalista da CNN admitiu que tudo não passa de uma maneira de aumentar a audiência e que não há prova alguma da interferência russa na eleição. Você viu alguém no Brasil falar disso?




A mesma CNN produziu uma das notícias mais toscas e mentirosas, que foi republicada, claro, pelos jornais brasileiros sem um pingo de apuração. Quando Trump visitou o Japão, a fim de se encontrar com o primeiro ministro do país, ele não foi destaque por causa de possíveis acordos ou sobre a Coreia do Norte, mas sim por cometer uma "gafe" ao derramar comida para peixes de uma só vez. No entanto, quem não assistiu ao vídeo cortado e sim completo, pôde reparar que ele seguiu apenas os movimentos do governante japonês.




Se as citações de fake news da grande imprensa continuarem, a lista será grande. Por exemplo, o correspondeste internacional da Globo Jorge Pontual, nos seis meses do governo Trump, falou na emissora que o presidente nada fez. Porém, como foi mostrado em O Congressista, o republicano, neste período, diminuiu o ritmo do crescimento da dívida do país, proibiu contratação de novos funcionários, impediu o inchamento do governo e cortou burocracias.

Por falar em Pontual, há o caso de uma de suas mentiras mais descaradas. Como o vídeo a seguir mostra, ao falar sobre o caso dos supremacistas brancos e de pessoas comuns que protestaram contra a deposição de uma estátua na Carolina do Sul, o jornalista da Globo News disse, em rede nacional, que Trump não condenou as atitudes dos racistas, voltou atrás e os apoiou. Porém, o mesmo vídeo traz o discurso o qual Pontual se refere ao republicano condenando não só os neonazistas, mas toda e qualquer violência ocorrida no local.


O presidente dos Estados Unidos não só condenou qualquer atitude dos neonazistas, como assinou uma resolução condenando-os.

Um outro caso foi uma matéria do O Globo sobre o testemunho o ex-diretor do FBI James Comey sobre uma possível obstrução na justiça por parte do presidente dos Estados Unidos. Diferente do que a matéria do Globo falou, o ex-agente da polícia federal dos EUA não "complicou" a vida de Trump, muito pelo contrário, afastou quaisquer acusações nesse sentido e ainda complicou a vida de Hillary como O Congressista mostrou. Além do mais, a CNN e MSNBC publicaram um conteúdo igual o do jornal brasileiro, contudo, os veículos norte-americanos se corrigiram, mas O Globo não.

Outro caso que contou com muitas fake news da imprensa foi sobre a proibição da entrada de imigrantes de sete países nos Estados Unidos: Iraque, Síria, Irã, Sudão, Líbia, Somália e Iêmen. Na época, alardeou-se que esse era mais um caso de xenofobia e islamofobia por parte do governante do país, embora a imigração de muitos outros países de maioria muçulmana continuassem permitidas, como Afeganistão, Arábia Saudita, Egito etc.

Como O Congressista mostrou, o relatório foi elaborado durante o governo Obama, que creditou a esses países suspeitas de patrocínio ao terrorismo islâmico.

Ainda sobre a imigração, um caso fortemente marcado foi o discurso de Trump sobre a fronteira com o México. Nele, o na época candidato à presidência disse“Quando o México envia pessoas, eles não estão enviando o seu melhor. Eles não estão enviando você. Eles estão enviando pessoas cheias de problemas e estão trazendo esses problemas para nós. Estão trazendo drogas, estão trazendo crimes, os seus estupradores e alguns eu presumo que sejam gente boa”.

Portanto, como o discurso deixou claro e a imprensa, claro, omitiu, a grande questão sempre foram os criminosos que entram no país junto com pessoas que buscam uma vida melhor. E o problema é tão grande que sete de cada dez prisioneiros estrangeiros nos EUA são mexicanos, que é praticamente 68% dos 55 mil presos de outros países. Cerca de 65% estão presos por crime de imigração, seguidos de drogas e tráfico e só o estado da Califórnia gasta 885 milhões de dólares por ano com imigrantes ilegais.

Estima-se que os imigrantes ilegais sejam 3,5% das pessoas que vivem nos EUA, e eles somam 13,5% das sentenças criminais, 12% dos homicídios, 20% dos sequestros, 16% de crimes relacionados a tráfico de drogas e cometem três vezes mais crimes que os imigrantes legais.

Logo, a questão vai muito além de todas as acusações realizadas nos grandes meios de comunicação, pois há um número muito pequeno de pessoas cometendo uma quantidade de crimes muito desproporcional, tendo em mente sempre que há os imigrantes ilegais ordeiros e os não ordeiros, mostrando que a desproporcionalidade fica ainda maior.

Durante a corrida presidencial, o republicano também foi alvo da desonestidade de um repórter do Washington Post. Ele publicou a seguinte foto:




O objetivo era mostrar ao público que o discurso de Trump em Pensacola, Flórida, estava vazio para enfraquecer a imagem do republicano. Porém, a foto foi tirada antes do comício começar. Após o inicio ele ficou assim.



A agência de notícias Reuters, que é a fonte de notícias de quase todo o mundo, em certa ocasião, durante à corrida presidencial, quis cortar a filmagem no momento que um homem entrega uma Bíblia para Trump.

Mais um caso de fake news dos jornais foi no dia da vitória do republicano. A apresentadora do Monalisa Perrone do Hora Um da Tv Globo falou ao vivo que Trump pronunciou durante a campanha frases como "odiamos muçulmanos", "odiamos negros", "nojentos". A jornalista além de inventar fatos, foi desmentida pelo seu colega que fazia a cobertura da contagem de votos. O presidente dos Estados Unidos jamais proferiu essas frases. Devermos confiar em profissionais que erram e inventam coisas tão sérias?



Em outros países, ou pelo menos com outros políticos, isso seria um caso de demissão. Mas ela continua na emissora e ainda é apresentadora de telejornais.

Por fim, o caso mais recente foi sobre o livro de Michael Wolf a respeito da atual administração dos Estados Unidos. Apesar da grande mídia brasileira nada ter falado, o próprio autor confessou que seus escritos podem conter mentiras.

A imprensa e o seu claro complô anti-Trump e pró-Hillary

Durante a eleição à presidência, o WikiLeaks divulgou uma série de e-mails sobre ambos os candidatos. Alguns mostraram uma relação bem próxima entre Hillary Clinton e a imprensa. Por exemplo, a ex-comentarista da CNN, Dona Brazile, informou à campanha da democrata quais perguntas seriam feitas em um evento da emissora. A CNN manipulou as pesquisas sobre a corrida presidencial. No esquema, aumentou-se o número de grupos que teriam o perfil de eleitores na candidata para dar a impressão de que ela estaria à frente nas pesquisas. Jornalistas da grande mídia americana foram a um jantar secreto com os organizadores da Campanha de Hillary e o site The Huffington Post trabalhou pela a vitória de Hillary. Em um e-mail, um dos seus membros confessa que estava empenhado para elegê-la presidente.


*Pedro Augusto é estudante de jornalismo, conservador burkeano e tem interesse por Economia e Política Internacional. É sub-editor-chefe de O Congressista e editor da seção Expresso News.
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