Quanto mais detonam Trump, mais chances ele tem em 2020


Por Marcela Vasconcelos

Como todos sabem, no ano de 2016 o então candidato à presidência pelo partido republicano, Donald Trump, recebeu uma enxurrada de crítica contra sua candidatura e seu programa de governo. Desde então a situação não mudou, inclusive a "birra" contra ele só se intensificou. Todavia, como vimos no dia 9 novembro de 2016, mesmo com um cenário tão negativo contra o atual governante americano, organizado pelo establishment e pela mídia mainstream, no fim o povo respondeu às críticas da melhor forma, dando a Trump a vitória nas urnas.

Em razão disso indico o artigo "Así, los enemigos de Trump repetirán pataleta en 2020" do espanhol Hermann Tertsch", colunista do jornal ABC da Espanha e do Periodista Digital, para aqueles que depreciam tanto a administração do presidente estadunidense e nem sequer reconhecem os feitos positivos de seu governo. Só para lembrar aos críticos, a história gosta de se repetir e 2020 já está "batendo na porta".

Segue abaixo o texto traduzido na íntegra:

Do Haiti a Detroit
Assim, os inimigos de Trump repetirão a birra em 2020

A empresa FIAT Chrysler (FCA) anunciou na quinta-feira que sua produção de caminhões será transferida do México para Michigan, nos EUA. A fabricação passará de El Saltillo, México, para Warren, perto de Detroit, até 2020, e criará 2.500 postos de trabalho. 

A região de Detroit, uma vez a capital da produção automobilística, afundou em desindustrialização, desemprego, pobreza e crime décadas atrás. Esta notícia para os habitantes da região é considerada um evento milagroso. A FCA anunciou que volta a fabricar em Warren em razão da reforma tributária. Mas pouco se fala sobre, porque Trump novamente demonstrou que ele é um racista, eles dizem.

No mesmo momento em que ele declarou o Dia Federal como "Martin Luther King's Day" no dia 15 de janeiro. A alegação de racista ao presidente é resultado de uma conversa privada que Trump se referiu a alguns países do Terceiro Mundo como porcarias (shitholes). 

Chamar de porcaria o Haiti, Somália ou Salvador é feio. Embora certamente Trump não seja o primeiro a pensar ou dizer isso. Todavia, dito por Trump isso se transformou em um escândalo mundial que mobilizou até a ONU, instituição que declara Israel como um país genocida, insulta os EUA quase diariamente e protege governos criminosos que atiram e torturam seus povos.

É intolerável, dizem os críticos, uma explosão em uma conversa privada. Trump merece uma condenação universal, o homem mais insultado e difamado publicamente por jornalistas, políticos e comediantes de todo o mundo. Como isso aconteceria? Quando o Haiti é a Suíça e todos querem enviar suas filhas para a Somália para estudar. 

Pode ser menos racista ver que o Haiti é uma merda do que pedir doações para o Haiti e que menos de 10% dos milhões levantados serão alcançados ao seu destino. Foi o que a Fundação Clinton fez, de acordo com vários meios de comunicações.

Com o começo de anos mais espetaculares no mercado financeiro desde muito tempo, o New York Times, o inimigo mortal de Trump, sempre com sua capa cheia de manchetes contra o presidente, abriu ontem com este título: "Tighstest Job Market in Years Aids Applicants Once Shunned". 

A enorme demanda no mercado de trabalho ajuda aqueles que estavam procurando por trabalho de antemão. A escassez de mão-de-obra dá oportunidades a quem foi evitado por empresas, deficientes ou desempregados de longa duração. Desemprego nas comunidades negras está com uma baixa histórica.

A economia norte-americana gera a mão-de-obra mais feroz em décadas. As televisões especializadas no "ódio eterno a Trump" não têm espaço para isso. Proclamam dia e noite que Trump é racista, machista e louco. Mas em Warren, Michigan, em todo os EUA. 

Entre os deficientes, os desempregados de longa duração e os negros marginais que começam a trabalhar, a opinião sobre o Haiti importa pouco. Importa, junto ao trabalho, a segurança. E se Trump lhes dá ambos, os inimigos de Trump voltarão a ter birra em 2020. Nem impeachment e nem inabilidade. Se quiserem se livrar dele, eles terão que matá-lo.
Quanto mais detonam Trump, mais chances ele tem em 2020 Quanto mais detonam Trump, mais chances ele tem em 2020 Reviewed by Marcela Vasconcelos on 16:08:00 Rating: 5

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