Para Moro, morte de testemunha da Lava Jato pode ser queima de arquivo

 | Albari Rosa/Gazeta do Paraná

Após o assassinato do empresário José Roberto Soares Vieira, o juiz federal Sérgio Moro pediu uma manifestação do Ministério Público Federal sobre o caso. Para ele, a morte de Vieira pode ser uma queima de arquivo.

“Infelizmente, há notícia muito grave do assassinato do acusado José Roberto Soares Vieira em 17 de janeiro no curso da ação penal, o que ainda está em apuração”, afirmou Moro. “Não se pode excluir a possibilidade de que o homicídio esteja relacionado a esta ação penal, já que, na fase de investigação, o referido acusado aparentemente confessou seus crimes e revelou crimes de outros. Intime-se o Ministério Público Federal para manifestação em cinco dias.”

O empresário ajudou a Lava Jato a rastrear pagamento ao principal alvo da 47° fase da Operação Lava Jato, o ex-gerente da Transpetro José Antonio de Jesus, que é réu em uma ação penal sobre lavagem de dinheiro e corrupção. Ele teria recebido pagamentos de empresas contratadas por subsidiárias da Petrobras sem prestar qualquer serviço.

José Roberto Soares Vieira foi executado misteriosamente por nove tiros, no dia 17 de janeiro, em Candeias, Bahia.

A informação é da Gazeta do Povo
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