Como assim o prefeito do RJ não representa a diversidade carioca?


Por Pedro Augusto

Clima de carnaval. Mais uma vez as atenções no Rio de Janeiro se voltaram ao prefeito Marcelo Crivella.

Como, talvez, muitos não lembrem, ano passado o bispo licenciado da igreja Universal não foi entregar a chave da cidade ao rei momo. Quais foram as consequências? Criticas, claro, apesar disso mudar em nada o evento.

Em 2018, Crivella, provavelmente para não ser mais criticado do que já é, fez-se presente na cerimônia da entrega da chave da cidade. Comentários e elogios dessa vez? Não. E nem virão.

E por que isso? Por que como a esquerda e os "progressistas cariocas - se assim podemos chama-los - continuarão a sua saga para manchar a já manchada imagem do prefeito para elegerem em 2020 - tomara que não - Marcelo Freixo do PSOL à prefeitura da Cidade Maravilhosa, o tal representante da diversidade, diferente Crivella, segundo alguns setores e pessoas do Rio.

Mas esperem um momento. Como assim Crivella não representa a diversidade do Rio de Janeiro? É claro que representa. Apesar de ser quase uma múmia, ele representou as pessoas mais conservadoras da cidade, que não desejam ver seus filhos aprenderem sobre ideologia de gênero na escola, que não acham os bandidos uns coitadinhos da sociedade - coisa que o PSOL acredita-, que não acha justo a prefeitura usar dinheiro dos impostos para escolas de samba e tantas outras coisas.

Por mais que ele seja um prefeito muito fraco, Crivella chegou ao poder porque tem um comum visões que muita gente do Rio de Janeiro possui. Talvez ele não seja o mais autêntico e melhor representante, mas em 2016 foi o que mais se aproximou, embora para muitos nem tanto.

Portanto, o prefeito do Rio de Janeiro, diferente do que muitos esquerdistas cariocas dizem, é um representante da diversidade. Mas da diversidade de verdade. De uma das variadas diversidades dessa cidade. Daquela senhora da favela que sai de casa domingo pela manhã para ir à igreja; daquele pai de família que acorda cedo e tem horror aos seus filhos virarem revolucionários; daquela mãe que chega cansada do trabalho e não deseja ver seus filhos aprendendo sobre a loucura ideologia de gênero; daquele jovem que viu o radicalismo de Freixo ao defender black blocs em 2013.

Enfim, o prefeito do Rio é um típico representante da diversidade, de um setor dela, daqueles que não compactua com as ideias "progressistas". Apesar da esquerda carioca dizer que não ele é sim. Afinal, a esquerda não gosta da diversidade, ela vê com maus olhos quem não pensa como ela. São os típicos reacionários e a sua "onda conservadora".

A diversidade que a esquerda carioca é de pessoas de diferentes classes sociais, etnias, sexo etc pensando a mesma coisa. Ela quer diferenças físicas e de renda somente, mas não de pensamento.

Se estivessem tão preocupados com a diversidade criticariam o prefeito pela sua fraca gestão e não por Crivella não se adequar a agenda deles.

A diversidade requer isso mesmo. Pessoas pensando completamente diferentes e não gente pensando somente como a esquerda pensa.

Afinal, quando será celebrada a diversidade das radicais diferenças de opinião tão cara a democracia?

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