Massacres nos EUA, desarmamento e a cobertura suja da mídia brasileira



Por Henrique S.R.Silva 


Sempre que ocorre um massacre nos EUA, a propagação da notícia pela imprensa brasileira é canalha e suja.

Na quarta-feira, dia 14, o assassino Nikolas Cruz, de 19 anos matou 17 pessoas em uma escola. Ele utilizou-se uma AK-15 comprada legalmente para cometer o hediondo e bárbaro crime.

E como sempre a imprensa, tanto norte-americana como brasileira utilizou-se de uma tragédia para defender suas agendas políticas. Houveram até sites americanos que disseram que o bandido apoiava Trump, mesmo ele sendo um eleitor dos democratas.

Focarei aqui na cobertura da imprensa brasileira, que novamente culpou não o criminoso, mas o fato dos EUA serem flexíveis ao direito ao porte de armas, eis a nojenta manchete do Estadão postada no Facebook:


O título, obviamente tem a intensão de manipular o leitor. É uma técnica falaciosa muito utilizada no jornalismo, colocar uma manchete tendenciosa de modo a induzir o leitor a chegar a conclusão que eles querem que cheguem: ''Se o atirador é um amante de armas, e os EUA são flexíveis no direito ao porte de armas, logo o problema é a facilidade de comprá-las e a solução é o desarmamento''.

Porém, o jornalismo canalha, além de colocar um título tendencioso, também omite o que ele acha conveniente de modo que a notícia não é dada por completo, mas apenas trechos dela. Foi omitido que a área de ataque era uma ''gun free zone'', ou seja, zona livre de armas, como sempre acontecem nos massacres, pois o assassino jamais atacará um local em que ele sabe que pessoas poderão se defender. Também mentiram ao afirmar que o atirador pertencia a organizações criminosas de supremacistas brancos, para induzir o leitor a pensar que o bandido era ''eleitor do Trump'', mesmo o partido republicano se opondo radicalmente aos supremacistas, pois se trata de um movimento revolucionário, anti-conservador e coletivista.


Então, a mídia faz uma intensa propaganda em prol do desarmamento, porque é uma pauta que está sendo cada vez mais repudiada pelos brasileiros, inclusive nos próprios comentários da notícia do Estadão, houveram diversas pessoas contestando a abordagem da notícia, ou seja, a grande mídia não engana mais o povo brasileiro.

O Brasil é um dos países mais violentos do mundo, possui 60 mil assassinatos por ano e é um dos países com maior restrição ao porte de armas, e desde que o estatuto do desarmamento entrou em vigor em 2003, do governo do corrupto Lula, o número de assassinatos por ano não caiu, pelo contrário, aumentou, e quando o Brasil era menos restritivo ao porte de armas, possuía uma taxa de assassinatos por ano menor:


Como podemos perceber, o que já era um número alto, quase 42 mil assassinatos por ano, se tornou muito pior após o estatuto do desarmamento, o gráfico vai até 2008, quando registrou 50 mil assassinatos por ano, porém em 2012 o Brasil registrou um infeliz recorde: 64,3 mil mortos por ano, e ano passado o número estava na casa dos 60 mil. Ou seja, de 1998 até os dias atuais houve um aumento de 20 mil assassinatos por ano, ou seja, 33,3% a mais.

Claro que há diversos fatores a serem considerados, desde falha no sistema de segurança pública brasileira, passando por leis benevolentes com criminosos, decadência moral da sociedade, etc, porém o desarmamento contribui muito com isso, porque impede a população de se defender contra os criminosos.

Em países mais armados, também há menos crimes, nos EUA a taxa de homicídios por ano está em torno dos 15 mil, e isso para um país com uma população de 300 milhões de pessoas contra o Brasil de 200 milhões de pessoas. Até mesmo no Paraguai, que não é um pais desenvolvido como os EUA, há menos morte por armas de fogo e possui uma lei mais flexível que o Brasil para o porte de armas.

O assassino foi preso pela polícia, e será severamente punido, provavelmente com uma prisão perpétua ou pena de morte, se fosse no Brasil estaria solto e sendo exaltado por políticos de extrema-esquerda e membros dos ''direitos humanos'', enquanto que as vítimas seriam ignoradas.

Resumindo, o problema da criminalidade é o criminoso, e não as armas, e o Estatuto do desarmamento vai desarmar apenas quem cumpre leis, os criminosos continuarão armados, além de concentrar mais poder no Estado, pois os maiores genocidas do mundo desarmaram a população antes de implantar suas ditaduras, como Hitler e Stalin.  E a imprensa deveria noticiar a verdade, e não com esse viés ideológico progressista e canalha para distorcer informações. A falácia do desarmamento é sempre defendida pela esquerda, mas mostra-se uma política ineficaz e autoritária.


*Henrique S. R. Silva é estudante de engenharia química da UNFESP. É um conservador tradicionalista, católico, foi influenciado pelas ideias do liberalismo clássico. Defende o liberalismo econômico, a liberdade individual, a família tradicional,a monarquia, o Estado mínimo e é radicalmente pró vida.

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