Problematizações e politização de tudo



Por Henrique S.R.Silva 

O carnaval 2018 foi repleto de politizações e ''problematizações. Os justiceiros sociais começaram com uma hashtag imbecil de #IndioNãoÉfantasia e começaram a perseguir quem se fantasiou de índio, mesmo que o Brasil também possua, além de ascendência portuguesa, uma ascendência indígena. A página de extrema-esquerda Catraca Livre, também listou 7 fantasias para não se usar no carnaval, querendo ditar regra sobre como pessoas devem se comportar, mostrando o típico autoritarismo progressista/socialista.

O catraca livre alega que se vestir de mulher é ''transfobia'', ao mesmo tempo que apoia um homem jogar uma liga feminina de vôlei. Diz que se vestir de muçulmano é desrespeito à cultura deles, mas ao mesmo tempo defendem blasfêmia contra símbolos cristãos e se calam perante aos massacres cometidos por ditaduras islâmicas, que são cruéis com homossexuais.

A escola de samba vice-campeã do Carnaval do Rio também quis politizar o carnaval, defendendo a fascista CLT, criticando as reformas do governo federal e chamando Temer de ''neoliberalista'', termo político que nem existe (fazendo alusão ao liberalismo econômico, sendo Temer apenas um corporativista de centro). Mas ao mesmo tempo que defendem a CLT, a Escola empregou apenas 3 pessoas com CLT, ou seja, defendem um sistema burocrático mas não o praticam, além de ter sido financiada com dinheiro do tráfico de drogas.



Por fim, todo evento de entretenimento ocorre a mesma ladainha: ''enquanto o Brasil é país do futebol, carnaval e samba, é um país subdesenvolvido'', como se o problema do Brasil fosse o carnaval, o futebol, e o samba, porém sabemos que passa longe disso.

A massa, que quer parecer inteligente, acaba caindo na narrativa, basta ver a positiva avaliação da Paraíso de Tuiuti no Facebook, mesmo com o dono da Escola sendo psolista assumido, eleitor de Freixo e que admitiu que defendia o governo Dilma porque era aliado. Chamam os manifestantes favoráveis ao impeachment de manipulados, sendo que eles são apenas um peão no projeto de poder socialista, que ocupa todos os setores da sociedade, inclusive a cultura, como planeja a estratégia gramsciana.

Os justiceiros sociais e demais esquerdistas utilizam-se da cultura para implementar suas pautas em busca do controle da sociedade. A politização de tudo é uma características de psicopatas que só pensam em poder, e não deixam a sociedade em paz nem mesmo em tempos de entretenimento e distração.


*Henrique S. R. Silva é estudante de engenharia química da UNFESP. É um conservador tradicionalista, católico, foi influenciado pelas ideias do liberalismo clássico. Defende o liberalismo econômico, a liberdade individual, a família tradicional,a monarquia, o Estado mínimo e é radicalmente pró vida.

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