George Soros abre centro de operações da Open Society em Barcelona


Por Marcela Vasconcelos

A Open Society Foundations, instituição do bilionário George Soros, inaugurou um escritório na Europa, na cidade de Barcelona (Espanha), projetado para receber atividades dedicadas à promoção da imigração em massa e de ideias globalistas. 

Jordi Vaquer, diretor regional da Foundations no velho continente, explicou na última sexta-feira (23/03) em uma coletiva de imprensa que, o novo centro de operações, apelidado de 'Espai Societat Oberta' (Espaço da Sociedade Aberta), permitirá um maior envolvimento da fundação com a cidade de Barcelona. 

Vale destacar que esse é o primeiro escritório da fundação em toda Europa, a pergunta que fica é: Qual foi o motivo desse local como escolha? Uma vez que a tensão política na região é enorme. Enquanto diversas instituições deixam de ter suas sedes em Barcelona, Soros resolve se estabelecer na cidade.

Outro fator notório é que o nome do mais novo estabelecimento de George de Soros, no continente europeu, está no idioma catalão e não no castelhano, que seria o mais correto -como outras instituições fizeram-, já que a língua castelhana é a oficial de todo o Reino da Espanha. 

Para muitos essa escolha foi considerada apenas uma forma de adaptação a cultura catalã. Por mais que pensem que esta é uma atitude de respeito ao idioma local, é válido recordar que Soros tem histórico de apoio ao movimento separatista da Catalunha. 

A Open Society Foundations e a Questão Separatista Catalã 

O interesse do bilionário na Comunidade Autônoma da Catalunha não é tão recente, de acordo com o jornal espanhol La Vanguardia, em 2014 a fundação de Soros financiou organizações que defendem e promovem o separatismo na Catalunha

Através da Open Society Initiative for Europe, o globalista doou 27.000 mil dólares ao Consell de Diplomàcia Pública de Catalunya (Diplocat), organismo criado pela Generalitat da Catalunha (liderada por independentistas) com a participação de vários organismos privados; e 24.949 mil dólares ao Centre d’Informació i Documentació (CIDOB), um think tank tendencioso ao movimento separatista.

Além de financiar os projetos socialistas, como o direito ao aborto, a legalização das drogas, a eutanásia, o feminismo, o controle de armas, a imigração em massa, entre outros, Soros ainda abriu um espaço na sua agenda globalista para incentivar a secessão catalã. Mas não é de hoje que o movimento recebe apoio de comunistas ou socialistas. 

A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) fomentou, durante décadas, o discurso separatista no Reino da Espanha através de incentivo monetário e ideológico. O mesmo fez a Venezuela governada por Hugo Chávez. Inclusive, o atual presidente venezuelano, Nícolas Maduro, parece ser mais um defensor do movimento, em outubro de 2017 ele acusou o governo espanhol, liderado por Mariano Rajoy (PP), de perseguir o povo catalão. 

Apesar de anos de suporte socialista à separação, os independentistas não obtiveram nenhuma grande conquista e seus financiadores entraram em declínio. A URSS foi extinta e a Venezuela passa por uma grande crise política e econômica. O que separatistas catalães não compreendem é que a união entre a coroa espanhola e à democracia (firmada na Constituição de 1978) é superior frente aos golpistas republicanos.
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