CNJ discute reconhecimento de união estável entre mais de duas pessoas. Por quê?


Por Thiago Sena
Do site Capital Cultural

O Conselho Nacional de Justiça começou a discutir ontem, terça-feira (24/4), se cartórios podem registrar como união estável relações que envolvam mais de duas pessoas. Com esse julgamento, o CNJ irá orientar todos os tabelionatos do país sobre como se portar diante do chamado poliamor, ou seja, de pedidos para reconhecimento de famílias que sejam compostas por três ou mais partes.

O objetivo é o que já denunciamos há muito tempo, dissolução do conceito de família, a célula basilar da sociedade, para fragilizar os vínculos afetivos que protegem os indivíduos de poderes superiores, como o Estado. A própria Constituição Federal, em seu CAPÍTULO VII, é clara quanto ao conceito e atribuições dados à família.

Para alguns dos ditos “liberais”, que talvez pensem (ideologicamente) que cada um faz o que quiser da vida e o Estado não deve “intervir”, fica o questionamento: Por que usar da força Estatal para impor essa ruptura da ordem constituída? Não seria mais natural que aqueles que optassem por esse estilo de vida simplesmente o fizessem sem querer impor essa mudança judicial e inconstitucional à toda sociedade? Qual a real necessidade dessa ruptura e quais são os objetivos derivados dela? Todas as respostas vem da necessidade do Estado de dissolver a família para aumentar o seu poder sobre os indivíduos.

Para aqueles que não entendem muito bem como o poliamor e a dissolução da família podem levar a perda da ordem instituída por séculos de civilização e porque a quebra dessa ordem só é útil para que o Estado subjugue os indivíduos, recomendamos alguns livros, artigos e documentários.

Porque você deve defender a família, por Flávio Morgenstern.

Agenda, documentário americano sobre a revolução cultural.

A Nova Era e a Revolução Cultural, por Olavo de Carvalho.

O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Não Ser Um Idiota, por Olavo de Carvalho.

Invasão Vertical dos Bárbaros, por Mário Ferreira dos Santos.

Nossa Cultura.. Ou o Que Restou Dela, por Theodore Dalrymple.

Qualquer Coisa Serve, por Theodore Dalrymple.

O Que Há de Errado Com o Mundo, por G. K. Chesterton.

Quando Começarem a Acontecer Essas Coisas, por René Girard.

Ordem e História vol. V – Em busca da Ordem, por Eric Voegelin

Essa pequena bibliografia será uma boa introdução para quem quiser se aprofundar melhor no tema.
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