"O Estado adotaria a posição da maioria da população", diz Amoêdo sobre o aborto

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Em entrevista à BBC, o pré-candidato à presidência pelo Novo, João Amoêdo, defendeu as privatizações ao dizer que "A privatização, pra gente, não é um fim em si mesmo. É um meio. A gente gostaria de ter melhor qualidade na Saúde, na Educação. E, pra isso, é importante que o Estado defina prioridades, áreas onde deveria estar atuando, defina um foco".

Sobre a saúde e educação, ele defendeu que "Na Educação e na Saúde nós gostaríamos de testar esse modelo de dar recursos pro cidadão (no modelo de vouchers). De novo, se ele funcionou bem pra alimentação, será que, se a pessoa tivesse um vale-educação com o qual pudesse escolher a escola, um vale-saúde com o qual pudesse ir numa clínica popular, adquirir um plano, não seria bom também. O fato de o Estado prover, não significa, no meu entendimento, que ele necessariamente precise ser gestor - da escola, do hospital".

Ao falar da reforma tributária, ele disse que "Ela tem algumas coisas positivas, que é a redução de alguns tributos, a simplificação. Mas está longe do que a gente gostaria - transferir mais autonomia pros Estados e municípios, por exemplo. A gestão dos recursos está muito centralizada em Brasília. Nós achamos que seria mais eficiente isso estar mais próximo do cidadão".  Sobre a tributação dos mais pobres ele defendeu que "De fato, no Brasil, a gente tem uma penalização muito forte em cima do consumo, é diferente dos outros países. Então acho que a gente deve se aproximar do que é a regra geral nos outros países". Ele continuou  "Tributar menos o consumo e migrar mais pra renda, mas fazendo esse balanceamento pra que, no final, a gente tenha um saldo mais negativo, ou seja, menos tributos". Em relação a taxação de grandes fortunas, ele defendeu que "Eu não gosto muito da ideia, porque todos os países que foram crescendo muito essa taxação acabaram por levar o empreendedor pra fora. Na medida em que você tributa mais as fortunas, você está transferindo dinheiro da iniciativa privada, que poderia estar sendo utilizada para gerar novos negócios para a área pública, que tem se mostrado muito ineficiente na gestão dos recursos".

Ao ser perguntado se o aborto seria uma questão de liberdade individual, ele afirmou que "Tem gente que entende que tem que ser feita a defesa do feto. Então, no caso do aborto, tem pessoas que são extremamente religiosas e entendem que a vida começa na gestação. Então essas pessoas... É razoável que elas tenham esse direito de defender a vida do feto". Ele ainda continuou a dizer que "O Estado adotaria a posição da maioria da população", ao se referir sobre a legalização ou não do aborto.

A informação é da BBC
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