Progressistas alemães e a proteção a um assassino de mulher e criança


Por Davi Alves

Na Alemanha, um incidente monstruoso aconteceu em uma das maiores cidades do país. A histórica Hamburgo, fundada durante o grandioso Sacro Império Romano-Germânico, pelo o imperador Carlos Magno, teve que testemunhar no começo deste ano um ato brutal: um pai de origem muçulmana decapitou sua filha de apenas um ano.

Isso ocorreu em abril, e durante todo esse tempo os grupos globalistas que governam o país estão querendo que você não saiba sobre este "pequeno" acontecimento envolvendo o que eles gostam de chamar de "novos europeus" e o clássico "refugiados em busca da paz". Uma pergunta precisa ser respondida: por que Angela Merkel e o establishment alemão têm medo de que essas e outras notícias cheguem à sociedade?

O assassino Mourtala Mandou, nascido no país africano Niger, decapitou sua filha de um ano em frente a uma multidão de passageiros horrorizados na estação de Jungfernstieg, no dia 12 de abril, e depois esfaqueou sua namorada alemã, a mãe da criança. O criminoso acertou a criança nas costas, enquanto ela estava sentada em seu carrinho, e depois cortou o pescoço dela. Posteriormente, ele esfaqueou a namorada no peito antes de fugir do local, jogando a arma do crime em uma lata de lixo na estação de trem. Ele acabou sendo preso mais tarde.

Não é difícil entender porque tudo isso preocupa o governo de Angela Merkel e seus aliados: essa informação mancha a imagem de "religião da paz" e bondosa de muçulmanos que é alimentada pela gangue que governa a Alemanha e a Europa, e vendida para todo o mundo, e evidencia que o cavalo de troia chamado "Islamismo" da intolerância, do assassinato e do terror, e seus seguidores, não são compatíveis com a sociedade cristã e de liberdades da Alemanha. O governo alemão vai atrás de qualquer um que tente noticiar e falar contra esse tipo de coisa, é uma verdadeira caça às bruxas e foi o que aconteceu com o jornalista e ativista conservador Tommy Robinson no Reino Unido.

Atualmente, os governos da Europa estão impossibilitando uma verdadeira liberdade de expressão. Para eles quanto menos pessoas souberem que a inundação de muçulmanos não deu certo e agora os "refugiados" estão mostrando realmente quem são, com realizações como estupros, assassinatos e terrorismo, melhor. Com isso, atacam em silencio a mídia, chamam opositores de "racistas" e " islamofóbicos", para no final se unirem abertamente ao lado do inimigo atacando seu próprio povo cumpridor da lei para proteger um grupo de fanáticos, tudo por mais "diversidade" e "multiculturalismo".

Até quando continuará o suicídio alemão? O crescimento do AFD (Alternative für Deutschland) demonstra que existe uma resposta a tudo isso e que tem pessoas olhando com atenção para o que está acontecendo. Mesmo com essa perseguição contra a mídia, a verdade precisa chegar ao povo, como dizia Carlos Lacerda:

"Quando se quer a envenenar uma nação, começa-se por envenenar as fontes de informação, sem as quais o povo não sabe o que se passa ou, pior ainda, só sabe errado aquilo que se passa".

Só com a verdade as pessoas irão se organizar e expulsar uma política que merece há muito tempo estar presente apenas nos livros de história, e juntamente a isso parar com um erro que pode destruir a sociedade alemã.

Fonte: Welt. 
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