A guerra do establishment contra a mídia alternativa e ''combate à fake news''.


Por Henrique S. R. Silva


Na quarta feira, dia 25 de julho, o Facebook retirou 196 páginas e 87 perfis, boa parte deles ligados ao MBL e à direita política. Situação parecida também houve quando a página de humor ''Corrupção Brasileira Memes'' foi derrubada.
O termo fake news foi popularizado pelo presidente americano Donald Trump, em época de campanha eleitoral em 2016. Trump, após sofrer diversos ataques da mídia não ficou calado, e falou ao repórter da CNN: ''You´re fake news''.

O Facebook, uma das principais redes sociais do mundo vem sofrendo diversas críticas por seu viés progressista e por ser mais duro na retirada de páginas de direita, enquanto é condescendente com possíveis violações dos termos de uso de páginas de esquerda, como diversas postagens antissemitas de vários partidos políticos socialistas e não sofrer nenhum tipo de censura. Nos dias 10 e 11 de abril, Zuckerberg prestou um depoimento de 5 horas ao congresso americano.

O senador americano Ted Cruz questionou o empresário sobre as páginas de direita e páginas cristãs que vem sendo derrubadas, questionou sobre a parcialidade da rede social, e por fim, perguntou qual o critério para definir ''discurso de ódio''. Zuckerberg disse que é complicado definir o que é discurso de ódio.

Se é ''complicado'' definir discurso de ódio, então a censura de páginas é completamente arbitrária. Isso pode ser comprovado, pois há páginas feministas incitando a morte de homens, e nada acontece, há páginas do movimento negro defendendo segregação racial, e nada acontece, e agora, há páginas de direita caindo, tendo como justificativa o combate à ''fake news''.

Se as páginas de direita divulgam fake news, onde estão as provas que as notícias eram falsas? O próprio ''estudo da USP'' que indicava que o MBL era o maior divulgador de notícias falsas não existe, ou seja, diversas páginas que compartilhavam o estudo falso, se basearam em uma mentira para atacar o adversário político.

Ademais, páginas como brasil 247, diário do centro do mundo, catraca livre, quebrando o tabu e diversas páginas petistas/socialistas divulgam notícias falsas com grande frequência. Páginas ligadas ao PT por exemplo, já chegaram a caluniar Sérgio Moro e alegar que ele era filiado ao PSDB sem apresentar nenhuma prova e nenhuma fonte confiável. O quebrando o tabu, uma das páginas mais asquerosas do facebook, divulga dados falsos sobre número de abortos clandestinos e sobre políticas de desarmamento, tudo isso para sensibilizar a opinião pública e contar com apoio para avançar sua agenda.

E isso ocorre claramente porque o Facebook, embora se declare neutro, tem um viés progressista e quer conter o avanço da direita, não só no Brasil, mas no mundo inteiro. Em 2014 por exemplo, a direita não tinha nenhum candidato relevante com reais chances de ganhar, já em 2018 Jair Bolsonaro lidera todas as pesquisas e tem reais chances de ser eleito. A grande mídia, ao ver seu monopólio ameaçado, acusa a mídia alternativa de propagar notícias falsas. A direita cresceu muito com as redes sociais, que tem sido uma alternativa à imprensa tradicional, que sempre teve do lado da elite globalista. A Rede Globo por exemplo, está fazendo uma checagem ''fato ou fake'' para colocar em descrédito a mídia alternativa. Todas as agências de checagem, também, possuem comprometimento com a agenda progressista.

De fato há muitas notícias falsas propagadas na internet, porém, a própria mídia alternativa é muito mais eficaz no combate à notícias falsas do que a grande mídia, que inclusive, pratica grande manipulação, principalmente em época de eleições. A liberdade de expressão ainda é o melhor caminho para se descobrir a verdade.

Diante do fato, muitos liberais puristas alegaram que o Facebook é uma empresa privada e está no direito de ''fazer o que quiser''. Isso não procede, primeiro, porque o Facebook, ao se declarar uma plataforma isenta e declarar seus termos de uso, possui um contrato a seguir, e a derrubada de páginas e até perfis pessoais de forma totalmente arbitrária é lesar o consumidor, que tem o direito de reclamar na justiça. E o que está por traz disso tudo é a guerra política, e uma guerra muito suja.

Inclusive no profissão repórter, o trecho em que Luciano Ayan expõe as notícias falsas propagadas pelo grupo Globo, foi excluído do programa. Bom, depois dessa, não preciso dizer mais nada.


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