Islã e o genocídio humano

 
Por Anderson Rodrigues

O conhecimento de temas fundamentais que aparecem repetidamente em debates, por mais irrelevante que possam ser – ainda mais quando estamos ao lado de uma pessoa de esquerda, tornando mais difícil tratar da verdade dos fatos com essas pessoas – é importante principalmente para o desenvolvimento de seu pensamento individual.

Ao nos focarmos nos estudos de história, chegaremos no dia em que as páginas de determinado livro nos mostrará o século XX, talvez o mais importante em termos de compreendimento de filosofias políticas e de seus resultados nas devidas sociedades. Com o andar da carruagem, o totalitarismo aparecerá e, junto dele, as milhões de mortes por onde passou. Mas existe, em meio a tudo isso, algo muito mais breve e que ainda hoje faz vítimas em grande escala: o Islamismo.

Conhecida – erroneamente, óbvio – por religião da paz, o islamismo fez mais vítimas em sua história do que todas as tiranias genocidas do século XX. Chamo atenção primeiramente para o número de mais de 80 milhões de mortes deixadas pela “religião da paz” em sua ocupação na Índia em meados dos anos 1000 e 1525, período este em que marcou a conquista do Afeganistão e o fim do Sultanato de Dalhi.

Segundo o livro “O LEGADO DO ISLAMISMO ÁRABE NA ÁFRICA: Uma Busca por Um Diálogo Inter-religioso”, um número de aproximadamente 28 milhões de africanos foram escravizados no Oriente Médio Islâmico. Destes, 80% morreu antes mesmo de chegar ao mercado escravo. Agora, pasme: com tudo isso, acredita-se que nos 1400 anos de invasão árabe-muçulmana na África tenham morrido mais de 110 milhões de pessoas.

Os números não param. Hoje, o relativismo moral abre fronteiras para que o islã perpetue sua política de dominação mundial e trata o estado de Israel como inimigo do mundo. Segundo o instituto americano de pesquisa Pew Research Center, atualmente existem mais de 4,8 milhões de muçulmanos na Alemanha. Isso corresponde a quase 6% da população. Na França, o número ultrapassa os 4,7 milhões, que fazem parte de mais de 7,5% da população. O mesmo estudo mostra que até 20150 a população muçulmana irá triplicar. Ou seja, em breve, toda a Europa se renderá a saudação e “louvará” “Allahu Akbar”.

Por fim, não poderia deixar de retratar a guerra de países muçulmanos contra Israel, que por ano deixa mais de 100 mil cristão mortos sem respaldo nenhum de organizações e entidades do mundo. O genocídio de cristãos no Oriente Médio é cruelmente ignorado pelas autoridades mundiais. Porém, desistam, nada nem ninguém jamais derrubará a fé cristã e Israel.
Islã e o genocídio humano Islã e o genocídio humano Reviewed by O Congressista on 00:27:00 Rating: 5

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