A grande mídia, a guerra de narrativas e as fake news: ataques contra Jair Bolsonaro


Por Thiago Sena
Do blog Capital Cultural

Bastou as eleições das suspeitas urnas eletrônicas — que o ministro da segurança pública disse ser crime questionar — dar como resultado um segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, para uma miríade de notícias aparecer na grande mídia, onde supostos apoiadores do candidato do PSL teriam protagonizado agressões e outros crimes. Curioso, não?

Dentre as que mais repercutiram, destacam-se o caso do professor de capoeira assassinado em Salvador e o da jovem de Porto Alegre, que teria sido agredida por três homens que teriam marcado uma “suástica” em seu abdome. Os dois casos foram noticiados como sendo feitos por motivos políticos e, mais do que isso, sendo comprovadamente por apoiadores de Jair Bolsonaro.

No primeiro caso, o próprio assassino confessou que o crime não ocorreu por motivos políticos, que não é eleitor de Bolsonaro e ainda que teria sido chamado de “viadinho negro”. No vídeo ainda percebe-se que os jornalistas insistem na narrativa de que foi crime político. Veja aqui.

O outro caso é ainda mais “curioso”. A jovem disse que foi agredida por estar usando uma camisa escrito “ele não” e que os agressores gravaram uma “suástica” em seu abdome. Acontece que o símbolo gravado é, na verdade, um símbolo budista. A jovem decidiu não seguir com a ação. Seria medo que a investigação policial provasse uma possível armação?


Suástica tem desenho em sentido horário, enquanto o símbolo gravado na jovem tem sentido anti-horário, tal como o símbolo budista.

A mesma grande mídia que forja que ações isoladas e estranhíssimas, para dizer o mínimo, ocorreram indubitavelmente por motivos políticos e vindas de eleitores de Jair Bolsonaro, também é a que fez de tudo para não revelar as ligações políticas de Adélio Bispo de Oliveira, o homem que tentou matar o candidato do PSL e que foi filiado ao PSOL por 7 anos, era militante político ferrenho e teve registro na Câmara dos Deputados no dia do atentado.

Essa mesma grande mídia quis entrevistar o meliante, colocá-lo como um louco esquizofrênico agindo como um lobo solitário e que, mesmo sem dinheiro, recebeu defesa de advogados de altíssimo nível, que contam com casos como o do ex-goleiro Bruno em seus currículos.

Será que Adélio era só um louco que agiu como um lobo solitário mesmo, grande mídia? E por que com ele a narrativa foi essa, quando os indícios mostravam justamente o contrário, e agora, com casos que teoricamente prejudicariam a imagem de Bolsonaro, a narrativa é justamente o contrário? Deixo ao leitor a reflexão.

Outro ponto importante a ser levado em conta é o modus operandi do movimento revolucionário. A tática de assassinar reputações, criar factoides e dissimular é comum e mandatário. Ion Mihai Pacepa, ex-general e um desertor maior da Securitate (serviço secreto de espionagem da Romênia comunista), expôs muito dessa tática em sua obra, Desinformação. Um exemplo vivo dessa esquematização na militância brasileira foi denunciado por Ítala Lorenzon neste vídeo. Os perfis “Ódio do bem” e “Aconteceu pra caralho” tem vários outros exemplos, que vão desde fanfics a false flags, todos devidamente expostos e desmentidos. Não será surpresa que mais factoides, como os citados acima, sejam criados. Seja pela mídia, seja pela militância.

Mais um ponto a ser lembrado em toda essa confusão é a sempre presente participação de grupos metacapitalistas como a Open Society Foundation, de George Soros, a Ford Foundations e o Google, que financiam esses movimentos, a militância e muitos veículos da grande mídia.

Seja como for, o próprio Jair Bolsonaro fez questão de repudiar as ações, sejam verdadeiras, falsas ou distorcidas pela grande mídia. Além disso, reforçou o repudio ao comunismo e ao nazismo e sua já conhecida admiração por Israel.

Enquanto isso, Fernando Haddad, o candidato do PT, usou a notícia para acusar que os suspeitos seriam, de fato, apoiadores de Bolsonaro e que teve, sim uma suástica entalhada no corpo, o que, como demonstramos, trata-se de pura e completa mentira.

De tudo isso, a pergunta mais importante, e que devemos sempre fazer, é: quem mandou matar Bolsonaro?
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