Esquerda pode tentar matar Bolsonaro pra impedir mudança no Brasil

 

Por Rener Jr.

Após décadas sem uma direita verdadeira no país e com o terreno cultural livre para semear mentiras e ideologias, a esquerda vem perdendo uma batalha após outra nesta última década. Uma das grandes responsáveis por isso é a internet e a sua liberdade para o renascimento de uma nova direita.

A hegemonia ameaçada por ideias antagônicas e por diversas frentes começa a ser, de fato, ameaçada e pressionada, assim como os homens em combates ou animais encurralados por seu predador. O instinto fala mais alto e libera a adrenalina necessária para partir ao ataque mesmo quando racionalmente não seja o melhor a ser feito.

A esquerda, ao longo das décadas, dominou as escolas, jornais e as artes, algo que parecia ser irreversível. Porém, a cada dia surgem novas vozes, tímidas e baixas, mas que causam desconforto como um sussurro de uma assombração. Conservadores e liberais começam aos poucos a se assumirem no território inimigo, saindo do meio virtual na qual se sentiam protegidos.

Após décadas de estudos e conhecimentos, tanto de seus valores quanto da mentalidade do oponente, os novos soldados aparecem capacitados no melhor estilo dos “300”. Normalmente sozinhos e contra todos, conseguem ter a perseverança e a audácia de combater a ideologia dentro de seu próprio templo (universidades). Um exemplo notável é o Dr Jordan B Peterson, que virou uma celebridade por enfrentar colegas doutores e seus militantes de forma serena e dizendo apenas o óbvio.

Esse movimento está crescendo por toda parte no ocidente. Brasil e EUA são dois países que elegeram pessoas assumidamente de direita e politicamente incorretos para o cargo mais alto de ambos os países, além de existir uma tendência para que o mesmo ocorra em outros países, tanto na Europa quanto na América do Sul, como por exemplo, no Chile que inicia uma movimentação nesse sentido.

Como foi abordado no início, a esquerda está sendo recuada e pressionada. Obviamente o instinto de sobrevivência falará mais alto e partirá para o confronto. Mas como podem impedir o crescimento da direita? Aparentemente é grande o risco de escolherem a pior maneira para tal: matando o presidente Jair Messias Bolsonaro.

A esquerda já mostra indícios de estar perdendo a racionalidade e deixando o instinto tomar conta, cada vez mais deixa a coerência de lado. Com uma imagem de defensores da democracia, da tolerância, da paz e do amor, os crimes, vandalismo, ameaças e coerção em nome do movimento só aumentam. A tendência é o radicalismo, que sempre existiu dentro da mentalidade socialista/comunista, ficar cada vez mais claro não apenas para seus opositores, mas também para a população que só quer viver sua vida sem interesse ideológico ou político.

Mas por que a morte do Bolsonaro pode ser a prioridade da esquerda? Simples, como a esquerda deixou o país no fundo do poço (para os padrões daquele que já foi a 6ª maior economia do mundo), não será muito difícil melhorar a situação, afinal com a crise que vivemos qualquer dinheiro que entra e cada emprego criado conta, e nisso o próximo presidente tem vantagem, pois o mercado gostou de sua vitória ainda mais com seu economista da escola de Chicago, Paulo Guedes.

Com a promessa de desburocratizar, desregulamentar e reduzir impostos, diversas empresas nacionais e estrangeiras já anunciaram investimentos de até bilhões de reais para o próximo ano. Temos também cortes de gastos importantes para o governo. Um exemplo foi dos médicos cubanos, que no fim das contas era de fato apenas uma forma legal que o PT encontrou de enviar milhões de dólares dos brasileiros para manter a ditadura cubana.

Bolsonaro não precisa fazer muito para que o governo dele seja melhor do que os dos últimos anos. Não que ele fará tudo certo, longe disso, mas a situação só piorará provavelmente caso tenha mais uma crise mundial. Fora essa possibilidade, as chances de um bom governo são altas e é aí que mora o perigo para a esquerda. Ela não vai querer que isso aconteça, ainda mais porque deixar Jair concluir o primeiro mandato é garantir uma reeleição a ele.

A propaganda da máquina marxista, além de utilizar os clichês istas (machista, racista, fascista), como nomeia todos que não pertencem ao culto, também utilizou do medo para impedir a vitória do capitão da reserva usando argumentos de que por ele não saber economia o país iria se aprofundar na crise (como se a culpa não fossem deles pelo momento atual). E o mais covarde dos argumentos: falando que “minorias” seriam perseguidas e mortas, gays seriam executados e negros escravizados. Infelizmente uma parcela da população acaba acreditando nisso e passará por um período de medo.

Mas a esquerda sabe que tais acusações não condizem com a realidade, e sim que apenas serviram para deixar as expectativas pessimistas. E quando as pessoas têm uma expectativa muito baixa em relação a algo, se o pessimismo se cumprir então já era esperado, mas se algo por menor que seja saia bem o ânimo aumenta. Isso quer dizer que se o Bolsonaro fizer um governo normal, muitos que deixaram de votar nele descobrirão que não foi o fim do mundo, que ninguém foi caçado ou torturado em praça pública e que a propaganda petista foi uma mentira. As pessoas se sentirão enganadas com a esquerda e contente com o governo que se mostrou promissor ao contrário do monstro que acreditou que seria.

Bolsonaro se reelegendo estará ainda mais forte politicamente, conseguirá levar mais políticos que o apoiam para o governo, provavelmente por ficar oito anos no poder, terá oportunidade de indicar ainda mais ministros no STF, reduzir ainda mais o dinheiro de impostos que mantém movimentos e grupos pseudo-sociais, quebrar mitos que são ensinados nas escolas de que privatizações são ruins e que a direita é do mal e, talvez o mais importante, mantendo o Bolsa Família e algumas políticas sociais para aqueles que de fato necessitam, mostrando para o Nordeste que eles não precisam ter medo de uma nova ideia.

Talvez Bolsonaro consiga proporcionar até mesmo a liberdade e incentivo que o Nordeste precisa para crescer e desenvolver, coisa que nunca foi de interesse do PT, afinal manter o povo necessitado e infantilizado sempre irá garantir votos para a esquerda. E os petistas perdendo, o Nordeste será um golpe difícil de segurar, provavelmente será um nocaute que jamais imaginariam receber.

Como a esquerda evita tudo isso? Torcendo por uma crise mundial para arrasar ainda mais com a população e com isso associar a culpa de mais uma crise ao novo governo ou será a outra opção, impedir o presidente Jair Bolsonaro de assumir o cargo, como animais no mais puro instinto de sobrevivência. E agora só existe uma forma disso acontecer...
Esquerda pode tentar matar Bolsonaro pra impedir mudança no Brasil Esquerda pode tentar matar Bolsonaro pra impedir mudança no Brasil Reviewed by O Congressista on 21:56:00 Rating: 5

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