Deputados do PSL que foram à China devem pedidos de desculpas a Olavo

Arte: Fillipe Villas Bôas

Por Anderson Rodrigues

É comum, na atual realidade social, conviver com o vazio intelectual, moral e principalmente espiritual. Com uma geração movida por prazeres momentâneos, criou-se também um sentimento de não compatibilidade com a essência da vida e do que pôde-se chamar de felicidade.

Uma amizade ou simples parceria jamais será inteiramente verdadeira quando os dois agentes da ação não estiverem completamente relacionados, tanto em suas vontades e projetos quanto em pensamentos sobre a realidade. Contrário a isso, a relação será apenas uma troca de interesses e não haverá fidelidade ou gratidão.

Ser grato é uma das grandes peças para encontrar a felicidade real. Entretanto, ser grato tornou-se algo vergonhoso para o senso comum. Apenas há a necessidade de cooperação em momentos estratégicos com o simples objetivo de um ganho - material ou imaterial - pessoal. Depois disso, dane-se o “irmão” de batalha.

Digo isso, pois nos últimos dias vi uma dos maiores retratos de ingratidão em minha breve e recente vida, quando ignorantes políticos, triunfalistas da transformação intelectual, a qual Olavo é o grande responsável, descartarem e ignorarem - além de atacarem - toda a importância deste homem que tanto fez para o país. Com frases como “aqui é um socialismo mais light”, pergunto-me em que mundo vive tal pessoa... A direita Jacobina cresce em grande escala.

A gratidão faz com que você reconheça o que há de mais puro na solidariedade e na batalha pelo bem e pela verdade. Faz você enxergar o mundo de uma ótica alternativa e seu espírito de vida resume-se em ajudar toda e qualquer pessoa ou luta. Desafio os jacobinos surfadores da onda bolsonarista - lembrando que jamais haveria essa onda sem o professor Olavo - a quebrar a hegemonia cultural de qualquer país, estado, cidade ou bairro sem absolutamente nada, completamente sozinhos.

Não há caráter em homens que cospem no prato e que esquecem quem tanto lhe ajudou, mesmo que indiretamente. Não há personalidade em homens que traem seus próprios ideais por interesses, seja eles quais forem.

Olavo tem razão.