Carlos Bolsonaro: coragem, sabedoria e estratégia para guerra política

Arte: Fellipe Villas Bôas

Por Guillermo Federico Piacesi Ramos

Se Bebianno não tivesse sido desmascarado na questão da suposta candidatura-laranja que ele, Bebianno, e Bivar (ou sabem-se lá quem mais) arrumaram nas vésperas da eleição, para aparentemente desviar R$ 400.000,00, hoje o problema estaria grudado no Presidente da República, e certamente existiria de fato uma crise grave no Governo.

A mídia inteira a partir de agora estaria começando a falar de “crime eleitoral” pelo Presidente, de desvio de dinheiro de campanha (nos moldes de PC Farias/Collor), e a arapuca estaria montada para inviabilizar o governo. Era de fato um plano maquiavélico.

Mas Carlos Bolsonaro desmontou a trama. Ao ter capacidade de perceber o perigo que se armava no horizonte para o governo do pai, desmentiu praticamente EM TEMPO REAL a notícia veiculada na mídia tradicional (e replicada instantaneamente pelo prestigiado site ‘O Antagonista’) da (inexistente) conversa de Bebianno com Bolsonaro para tratar do assunto da “candidatura-laranja”.

E além de desmentir Bebianno e a mídia, Carlos Bolsonaro ainda divulgou o áudio do pai para provar que não houve qualquer conversa com Bebianno, deixando claro que o problema não seria assunto do Governo e da Presidência da República.

Carlos Bolsonaro, com essa atitude, gerou ódio dos muitos que esperam de fato um enfraquecimento do Governo Bolsonaro, com o aparecimento de crises e o surgimento de motivos para se tentar derrubar o presidente.

E, incrivelmente, nos últimos dois dias a mídia “mainstream”, incluindo-se o próprio ‘O Antagonista’, passou o dia I N T E I R O defendendo a permanência de Bebianno no governo e condenando a atitude de Carlos Bolsonaro.

Com efeito, se ela tivesse bom-senso deveria ter feito justamente o inverso: teria apoiado o afastamento de Bebianno e aplaudido a atitude de um Presidente que, ao menor sinal de algo errado por parte de alguém de sua equipe, o isola do Governo e o demite (o anúncio oficial da demissão acontecerá na próxima segunda-feira).

Mas não. A cegueira ideológica da mídia “mainstream” é tão grande, e a raiva que sente pelo fato de a arapuca ter sido desarmada é tão insuportável, que sequer percebe o vexame que passa ao ser tão contraditória.

Assim como o Rei, na fábula, a mídia também ficou nua: passou os anos petistas dizendo arrogantemente, de forma pernóstica, que ministros não podiam ser protegidos, que tinham que ser demitidos ao sinal de “malfeitos”, e, agora, justamente quando Bolsonaro age como ela, mídia, sempre disse que se deveria agir, passa a ser contra a medida do Presidente, passa a defender a permanência do malfeitor no governo.

Carlos Bolsonaro, com uma tuitada e um post no facebook, de uma só vez blindou o pai no episódio da “candidatura-laranja” e desmascarou tanto a hipocrisia da mídia “mainstream” quanto o seu espírito golpista de querer fabricar crises.

O “02” ou “pit-bull” mostra que tem de fato uma mente preparada para lutar a guerra cultural. Está apenas começando. Tem muita limpeza a ser feita ainda. Até o final do governo, muito jornalista vai entrar em colapso nervoso.
Carlos Bolsonaro: coragem, sabedoria e estratégia para guerra política Carlos Bolsonaro: coragem, sabedoria e estratégia para guerra política Reviewed by O Congressista on 22:16:00 Rating: 5

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