Críticos de Bolsonaro ficam com inveja e ressentimento após MP da Liberdade Econômica

Arte: Fellipe Luiz Villas Bôas

Por Guillermo Federico Piacesi

Disseram que Jair Bolsonaro era estatista/estatizante, e que tinha um caráter anti-democrático. Isso foi repetido ‘ad nauseam’, principalmente durante a campanha eleitoral.

E daí o que ele faz?

Promulga uma Medida Provisória que reconhece o direito à ampla liberdade econômica das pessoas (naturais e jurídicas) para produzirem, empregarem, e gerarem renda, sem qualquer intervenção do Estado na sua vida, e determinando que o Estado se afaste do dia-a-dia das pessoas, no que se refere às atividades econômicas, garantindo, ainda, a presunção da boa-fé para o cidadão nos atos praticados na vida econômica, no que se refere à interpretação das normas de direito civil, empresarial, econômico e urbanístico, maximizando a autonomia de vontade das pessoas.

E então escuta-se um silêncio sepulcral daqueles que, como dito acima, acusaram Bolsolnaro de ser estatista e anti-democrático, que talvez derive do estado de torpor em que se encontram, ao perceberem o impacto que uma medida dessa pode provocar na sociedade.

Deveras, em um único ato, o Presidente Jair Bolsonaro destruiu totalmente o discurso (de que é estatista e anti-democrático). Esse diploma legal (a Medida Provisória da Liberdade Econômica) é manifestamente liberal, e tem nítido viés democrático, pois coloca o povo em primeiro lugar, à frente do Estado, que deve servi-lo.

Não tenho dúvidas em afirmar que, a continuar nesse ritmo, Jair Bolsonaro será o melhor Presidente até aqui, em nossos quase 130 anos de República.

A Esquerda pode não reconhecer isso nunca, e a mídia pode tentar sabotá-lo ao não noticiar coisas importantes, que mudam a estrutura do país e a forma com que o cidadão lida com o Estado, como essa Medida Provisória deixa claro; mas para esses eu digo o seguinte:

— Lidem com isso! Aceitem que perderam. Reconheçam que o discurso que utilizaram todo esse tempo ruiu igual a um castelo de cartas.

O Brasil não será mais um país socialista, como na era petista. Na verdade, doravante as medidas governamentais deixarão claro que vivemos sob a égide do capitalismo. E capitalismo de economia liberal, exatamente aquele que Jair Bolsonaro prometeu implementar, com o trabalho de Paulo Guedes.

Portanto, como estamos falando sobre economia, é bom relembrarmos aqui dos “ressentidos de ambição frustrada” de que trata Mises, autor que homenageio nesse pequeno escrito, com a seguinte passagem de um grande livro, de apenas 150 páginas, e que todos devem ler:

“O que faz com que muitas pessoas se sintam infelizes sob o capitalismo é o fato que o capitalismo permite a cada um a oportunidade de alcançar as posições mais desejadas que, é claro, somente podem ser conquistadas por poucos. O que quer que um homem possa ter conquistado para si, é meramente uma fração da ambição que o levou a vencer. Sempre há, diante de seus olhos, pessoas que foram bem-sucedidas onde ele falhou. Existem pessoas que o superaram e contra quem ele nutre, em seu subconsciente, complexos de inferioridade.
(...)
De acordo com a natureza humana, todo mundo tem a tendência de superestimar seu próprio valor e seus problemas. Se a situação de vida de um homem é condicionada por outros fatores que não a sua excelência inata, aqueles qua permanecem nos degraus inferiores da escada podem sujeitar-se a esse resultado e, sabendo de seu próprio valor, ainda preservar sua dignidade e seu amor-próprio. Mas é diferente se a decisão é somente por mérito. Neste caso, os homens malsucedidos sentem-se insultados e humilhados. A partir disso, o que deve ocorrer é o ódio e a inimizade contra todos aqueles que os superaram.
(...)
O sofrimento advindo da ambição frustrada é peculiar nas pessoas que vivem em uma sociedade de igualdade perante a lei. Não é causado pela igualdade perante a lei, mas pelo fato de que em uma sociedade assim, a diferença entre os homens em relação às capacidades intelectuais, vontade de poder e dedicação se tornam visíveis. O abismo entre o que um homem pensa a respeito de suas próprias capacidades e realizações e o que ele realmente é e consegue atingir é revelado de forma impiedosa. Sonhos por um mundo “justo” que o trataria de acordo com seu “valor real” são os refúgios de todos aqueles que são importunados por uma carência de autoconhecimento.” 
LUDWIG VON MISES, A Mentalidade Anticapitalista, pp. 40-41 e 43

Com certeza, até o final do mandato de Jair Bolsonaro, os ressentidos por natureza, que Mises explica com maestria a razão pela qual acabam aderindo ao socialismo, entrarão em depressão, e terão graves problemas de auto-estima, porque muito ainda será feito pelo Governo para levar o Brasil a uma legítima economia liberal.
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