Sérgio Moro é o líder, e Pavão o 2º colocado no ranking Destaques da Direita, mês de julho

Arte: Fellipe Luiz Villas Bôas

Por Wilson Oliveira

O Congressista estreia nesse final de julho o ranking Destaques da Direita, com 10 personagens da direita política com trabalhos de destaque no mês corrente. Por óbvio, a publicação desse ranking será mensal. E logo no primeiro, temos o privilégio de prestar homenagens ao superministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Em segundo lugar vem o Pavão Misterioso, embora seja apenas um perfil de Twitter, sem dúvida alguma contribuiu imensamente para a direita política brasileira. Em terceiro lugar, o presidente Jair Bolsonaro, que vem realizando um grande trabalho.

1º) Sergio Moro (ministro da Justiça e Segurança Pública)


O ministro Sergio Moro começou o mês ainda mais forte do que quando foi nomeado para o cargo que ocupa atualmente. Com o objetivo de enfraquecê-lo e derrubá-lo, as divulgações do site The Intercept Brasil se transformaram em um verdadeiro tiro no pé, fortalecendo e aumentando ainda mais o apoio a Moro. E como se não bastasse toda essa história cheia de reviravoltas, Moro ainda nos surpreendeu com a portaria 666, publicada na última quinta-feira (25), viabilizando a deportação de estrangeiros considerados de extremo perigo, como terroristas e traficantes, o que aumentou ainda mais o choro da esquerda contra o ministro.

2º) Pavão Misterioso (perfil do Twitter que divulgou detalhes sobre o ataque hacker)

O Pavão Misterioso fez um verdadeiro trabalho de detetive ao divulgar dezenas e dezenas de prints atribuídos aos envolvidos na "Vaza-Jato", como o ex-deputado Jean Wyllys e os atuais deputados federais Marcelo Freixo e David Miranda, além do jornalista Gleen Verdevaldo. As publicações do Pavão causaram verdadeiro rebuliço na esquerda brasileira, com Jean ameaçando processar os milhares de internautas que compartilharam os prints.

3º) Jair Bolsonaro (presidente do Brasil)

Criticado em algumas oportunidades por pessoas da direita por não olhar a política com vistas à formação de uma base em todo território nacional voltada para o conservadorismo, o presidente Jair Bolsonaro mostrou que está atento a essa questão graças a um áudio vazado em que ele critica os governadores da Paraíba e do Maranhão, em episódio que a grande mídia aproveitou a brecha para mentir descaradamente insinuando que o presidente estaria criticando o povo nordestino. Além disso, Bolsonaro ainda sinalizou a possibilidade de acabar com a Ancine, o que seria um verdadeiro golaço do governo. 

4º) Chris Tonietto (deputada federal - PSL/RJ)


A deputada Chris Tonietto se destacou no mês de julho por lançar um Projeto de Lei que visa combater o ativismo judicial do STF. De acordo com o jornal Gazeta do Povo, está na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara, o PL 4.754/2016, que pretende combater o ativismo judicial. Pelo projeto original, passa ser crime de responsabilidade de ministros do STF "usurpar competência do Congresso Nacional". A preocupação com o ativismo judicial é velha conhecida do Congresso e se exasperou com a decisão do STF que criminalizou a "homotransfobia".

5º) Wilson Witzel (governador do RJ - PSC)

Ao lado de Sergio Moro, o governador do Rio de Janeiro - e amigo de Moro - Wilson Witzel vem liderando o maior combate ao tráfico de drogas já realizado por um governador fluminense. Neste mês, a polícia do RJ bateu recorde realizando a maior apreensão de armas e drogas do ano em operação conjunta das Polícias Civil e Militar no Complexo de Maré, em ação que representou um enfraquecimento do tráfico de drogas. Além disso, já nesses últimos dias de junho, Witzel admitiu que a CEDAE será privatizada. 

6º) Paulo Guedes (ministro da Economia)

Além de Sergio Moro por si só já representar um perigo ao aparelhamento que o PT fez no setor judiciário brasileiro, coube a Paulo Guedes elaborar a PEC que causou o maior calafrio nos esquerdistas que hoje dominam a OAB, que é o fim da inscrição obrigatória de trabalhadores em alguns conselhos de classe, como o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.  

7º) Bia Kicis (deputada federal - PSL/DF)

A deputada Bia Kicis mostrou-se um competente nome para, quem sabe, num futuro próximo, tornar-se a líder da bancada do PSL, enquanto vice-presidente da CCJ, responsável por comandar a sessão da sabatina do ministro Sergio Moro na Câmara Federal. Bia Kicis defendeu o ministro muito bem, respondendo a altura a extrema-esquerda que tentava atacar Moro. Em determinado momento, Bia chegou a declarar que deputados tinham "o intuito claro de defender o chefe da quadrilha", se referindo a Lula. 

8º) Joice Hasselmann (deputada federal - PSL/SP)

Embora esteja longe de ser um dos nomes favoritos da base bolsonarista, Joice Hasselmann merece o reconhecimento por seu trabalho na articulação da aprovação em primeiro turno na Câmara dos Deputados da Reforma da Previdência. Não saiu como os eleitores de direita queriam, nem como o ministro Paulo Guedes planejou, mas pelo menos o projeto andou, e com um bom número de votos favoráveis, o que ao menos desmonta a narrativa da grande mídia de que o bloco governista impedia a aprovação de projetos do executivo. 

9º) Marcel van Hattem (deputado federal - NOVO/RS)


O tempo todo fiel ao projeto na íntegra de como o ministro Paulo Guedes enviou ao Congresso e como os eleitores de direita defenderam em manifestações por todo o Brasil no dia 26 de maio, o deputado federal Marcel van Hattem liderou a bancada do Novo em uma manobra para incluir novamente estados e municípios na Reforma da Previdência, que era o que constava no texto original do projeto, mas que acabou não sendo acatado em plenário.

10º) Luiz Philippe de Orleans e Bragança (deputado federal - PSL/SP)

Demonstrando que a parte sadia da bancada do PSL não está brincando em serviço, enquanto a Reforma da Previdência era aprovada em plenário, o deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança já marcava território como membro da Comissão Especial de outra importantíssima reforma, a Tributária, também muito aguardada pelos brasileiros para a recuperação econômica e o desenvolvimento de atividades comerciais e industriais no Brasil.

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