Fonte revela clima de pânico geral nas redações da grande mídia com Bolsonaro


Redação O Congressista

Os jornalistas da grande mídia, mais precisamente os de esquerda, que representam a ampla maioria da classe, instalaram de vez um verdadeiro clima de pânico geral nos seus ambientes de trabalho com a forma de ser do governo federal, mais precisamente do presidente Jair Bolsonaro. Quem revelou essa informação foi uma fonte conservadora que trabalha em um dos maiores veículos de comunicação do Brasil, mas que pediu sigilo com medo de sofrer retaliações após as revelações feitas para O Congressista.

- Bolsonaro virou exemplo de tudo de ruim que eles comentam. Se vão almoçar e a comida do restaurante está ruim, eles dizem que foi feita pelo Eduardo Bolsonaro. Se eles estão procurando alguma coisa e não acham, falam que deve estar com o Queiroz. Mas na verdade essas piadas são pra tentar disfarçar o pavor que eles estão sentido de Jair Bolsonaro. É muito fácil perceber a tensão no ar quando o presidente aparece nos televisores da redação, pois na verdade eles sentem um pavor imenso das frases de impacto ditas por Bolsonaro - disse a fonte em contato realizado nesta segunda-feira com O Congressista.

Sem entrar em muitos detalhes, até por não dominar o tema por completo, a fonte revelou que o Governo Federal está aplicando uma multa aos veículos que possuem medalhões do jornalismo contratados no regime de "pessoa jurídica", obrigando esses profissionais a converterem seus contratos para o modelo CLT, o que está causando redução salarial e muito descontentamento.

- Esses jornalistas estão visivelmente abatidos, pois estão perdendo dinheiro. Alguns estão até "aproveitando" para tirar férias, mas na verdade com o objetivo de ficar afastado da profissão para arrumar um plano B. Eles têm comentado muito que no Brasil "não haverá jornalismo enquanto Bolsonaro for presidente". Eles dizem que Jair está perseguindo todos os profissionais de imprensa que são de esquerda. Um declarou que até 2022 não haverá mais "jornalista vermelho em nenhuma redação, pois Bolsonaro mandará demitir todos", e outro respondeu o seguinte: "nós é que precisamos descobrir algo para derrubá-lo antes" - contou a fonte ouvida por Congressista.

- O maior pavor desses jornalistas é que embora a imprensa esteja muito focada em encontrar algum podre relacionado a Bolsonaro, encontram apenas coisas pequenas que recaem indiretamente no presidente, e o que há de mais substancial é o caso Queiroz, que está muito mais ligado ao Flávio Bolsonaro, mas que os jornalistas lamentam não poderem explorar com mais ênfase, por se tratar de um problema que atinge a muitos deputados da Alerj, inclusive do partido que esses jornalistas tanto amam e todo mundo sabe qual é - completou a fonte.

A fonte revelou a O Congressista que o dia que a Polícia Federal deflagrou a operação Spoofing, que investiga os hackers que invadiram celulares de autoridades, roubaram mensagens e passaram aos editores do site The Intercept Brasil, os jornalistas do veículo no qual essa fonte trabalha tiveram uma reação que fez lembrar a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014.

- O dia inteiro só se falava desse assunto, parecia o dia do 7 a 1, clima total de velório. Foi nesse dia que eles começaram a falar que o Bolsonaro estava acabando com o jornalismo brasileiro. É interessante notar que no dia que saiu o primeiro vazamento, eles ficaram muito eufóricos, falando que o Brasil seria salvo por um americano, e que tanto Bolsonaro como Moro deveriam ser presos. Mas aos poucos eles foram murchando. Eles acreditavam que a cada mensagem vazada viria algo mais bombástico, mas o que aconteceu foi o oposto. Daí quando a PF entrou em ação, eles começaram o vitimismo de perseguição, fascismo e não sei o que - detalhou a fonte.

A fonte assegurou a O Congressista que os brasileiros não precisam ter nenhuma dúvida quanto ao ódio que a ampla maioria dos jornalistas sente por Bolsonaro, e que o desejo de ver o atual presidente caindo do cargo está muito forte. Nossa fonte afirmou que existem profissionais da imprensa que são a favor de Bolsonaro e outros que realmente estão neutros, mas que esses representam uma fatia muito pequena, pelo menos levando-se em consideração aqueles que se manifestam abertamente sobre o tema.

- Eu acredito que na imprensa exista um pouco mais de apoiadores do presidente do que eu posso ver, e o mesmo vale para a classe artística, mas com certeza eles não revelam isso por medo de represália, e quando se sentem pressionados até criticam o presidente da boca para fora, pois é sabido que a pressão para quem se assume de direita nesses meios é muito, mas muito forte. A democracia e o direito de expressão e pensamento não são respeitados por jornalistas e artistas brasileiros, por mais estranho que isso possa parecer. Por isso eu admiro profundamente a Suzana Vieira, a Regina Duarte, a Rosamaria Murtinho e a Juliana Paes. Essas mulheres são um exemplo para absolutamente todos os conservadores brasileiros, tanto homens como mulheres - disse a fonte.

O Congressista reserva-se no direito de proteger a identidade da sua fonte, bem como o seu local de trabalho. Também optamos por não revelar o nome do partido citado pela nossa fonte, para evitar maiores problemas, e também por acreditarmos que não seja necessário, uma vez que nossos leitores perceberão muito facilmente a qual legenda nossa fonte se referiu.

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