Ambientalista de verdade ajuda a combater tráfico na Amazônia, diz membro do PSL Jovem


Por Mauro César Santos

Precisamos compreender de onde vem todo esse furor ambientalista que deposita toda a culpa dos incêndios da Amazônia nas costas do presidente Jair Bolsonaro. Todo ano, nos mesmos estados, acontecem as mesmas queimadas, mas por que em 2019 a repercussão está sendo diferente? É muito simples, explicarei o problema e apresentarei uma solução.

Em todos os anos anteriores as ONG’s (Organizações NÃO Governamentais) recebiam agrados tanto do governo brasileiro quanto de governos estrangeiros, porém com a vitória de Bolsonaro nas eleições de 2018 as coisas começaram a mudar. Isso acabou, então pronto, temos aí o ponto principal para o início dessa histeria ambientalista ridícula.

Agora, o que de fato é ambientalismo? Dentro das fronteiras nacionais seria combater o tráfico de drogas que funciona todos os dias nas fronteiras da Amazônia com nossos irmãos latino-americanos, combater o desmatamento ilegal, acabar com organizações criminosas que roubam pedras preciosas e matérias-primas dentro do nosso território nacional, conduzir estudos com plantas medicinais locais que possam ser usadas hoje e também no futuro para a cura ou medicação do ser humano, proteger a fauna local e ajudar no seu desenvolvimento, isto é ser, ambientalista de verdade.

Após a esquerda ter montado o seu discurso ideológico anti-bolsonarista sobre o seu palanque ambientalista, a militância aderiu imediatamente a causa, nós observamos algumas personalidades da esquerda conduzirem a revolta, o que fez com que a massa da esquerda atacasse diretamente o presidente. Agora, o que é importante observar nisso? Entrando nos detalhes, veremos que a esquerda viu o problema, o analisou, e então se preparou para uma ofensiva contra Bolsonaro, que é de fato quem eles querem derrubar.

Após a construção da narrativa ter sido discutida no mais alto comando da militância, ela foi solta na mídia e para os “intelectuais” de esquerda que logo captaram os adeptos que passariam a militar pela causa e depositar toda a culpa nas costas do presidente Bolsonaro. Isso é só uma simples ideia de como funciona e como é organizada a ação da esquerda.

Mas o que fizemos enquanto isso? Atacamos a massa e demos leves tapas no alto comando da militância, ou seja, fizemos ao contrário do que deveria ser feito, e demos a oportunidade para a esquerda captar ainda mais adeptos da causa e ganhar um destaque internacional na Cúpula do Clima, onde uma jovem adolescente foi usada como fantoche para representar os mais altos interesses do globalismo, que se utiliza grandemente de causas “ambientalistas” para avançar com sua política.

Esse foi um simples exemplo de como a esquerda reage aos acontecimentos e como os usam para fortalecer seu movimento. O caso ambientalismo era bem simples, e se ainda há chance, devemos convocar para a linha de frente o Prof. Luiz Carlos Molion e também o Prof. Ricardo Felício. Seria um grande tapa na cara da narrativa "aquecimentista" e nos movimentos que fazem políticas para avançar com o globalismo, política essa disfarçada de ambientalismo e em discursos esquerdistas como estes em torno do caso Amazônia.

Aliás, um simples professor de geografia poderia afirmar que as queimadas na Amazônia são comuns há muitos anos, principalmente na época das secas. Mas a ideia central é fazer com que esses homens se manifestem a respeito do tema e que possam nos mostrar qual caminho a ser seguido. Sabendo disso, é nosso dever como cidadãos desmontar essa imensa cúpula que alimenta outras menores, que assim se ramificam em diversos movimentos e sub-movimentos, esses que podem estar infestados de comunistas, que utilizam da causa para atacar o presidente, um cara que não tem nada a ver com as queimadas nas regiões, e que, aliás, fazem parte da Amazônia Legal.

Ser ambientalista de verdade, é, no mínimo, atualmente colaborar com o Exército e a Polícia no combate ao tráfico de drogas na Amazônia, esse que gera dinheiro sujo que serve para comprar armas e gerar violência em todo o país. O caso da menina Ágatha está bem próximo disso.

*Mauro César Santos é membro do PSL Jovem

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