Campanha contra Felipe Neto ganha grandes proporções, e esquerda fica assustada


Por Wilson Oliveira

Uma campanha contra o youtuber infantilizado Felipe Neto foi iniciada nesta segunda-feira (27), com a hashtag #TodosContraFelipeNeto, que tomou conta da web. De acordo com o site de notícias Pleno News, a ação aconteceu em decorrência do anúncio de que o youtuber irá participar de um debate virtual sobre política e juventude com o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A reportagem revela que a iniciativa gerou críticas nas redes sociais porque Felipe Neto não é considerado uma autoridade em assuntos jurídicos. Nesta terça, a campanha seguiu, atingindo proporções ainda maiores. Chamou atenção a presença de pais relatando que estavam participando do movimento #TodosContraFelipeNeto em defesa dos filhos e dos jovens brasileiros em geral. Confira algumas manifestações:







Nomes conservadores entraram em peso na campanha por acreditarem que é necessário desmascarar a agenda política que está por trás das apresentações de Felipe Neto no YouTube, voltada para o público infanto-juvenil. Rodrigo Constantino, comentarista da Rádio Jovem Pan e colunista do jornal Gazeta do Povo, publicou algumas mensagens sobre a campanha.





O empreendedor Paulo Filippus, de Santa Catarina, também foi outro a se manifestar, assim como Victor Metta.





O procurador da República Ailton Benedito, inclusive, aproveitou para responder a jornalista Monica Bergamo, da Folha de S. Paulo, sobre liberdade de expressão.





A campanha contra Felipe Neto, que ganhou grandes proporções ao longo desta terça-feira, deixou a esquerda brasileira bastante assustada. Prova disso é que no início desta noite, 37 entidades brasileiras se juntaram para manifestar apoio ao youtuber.

De acordo com reportagem da Revista Oeste, Felipe Neto, que já se propôs a confabular sobre órgão genital masculino, a ofender o público porque ele estava gastando dinheiro em uma balada em Las Vegas (EUA) e a pintar o cabelo de roxo e azul, foi chamado de exemplo de “comunicador” por esse conjunto de entidades.

Oeste afirma na sua matéria que o grupo de instituições alega que o youtuber se tornou vítima recorrente de “acusações falsas de incentivo à pedofilia”. A reportagem segue pontuando que a carta em defesa de Felipe Neto dá a entender — de modo indireto — que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro estariam por trás de fake news contra o influencer. Isso porque garantem que ele tem “inclusive” criticado o “atual governo federal”.

A matéria da revista também revela que o documento das entidades que defendem Felipe Neto não faz qualquer menção ao fato de boa parte do material apresentado por ele conter palavras de baixo calão e assuntos adultos — apesar de ter produção direcionada majoritariamente ao público infanto-juvenil. A reação em defesa do youtuber também foi assunto na web. Confira:









VEJA TAMBÉM NO VÍDEO ABAIXO:

Comentando matéria da Veja sobre vitória de Bolsonaro em pesquisa



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