Douglas Garcia e Gil Diniz se destacam como deputados conservadores mais combativos


Por Thiago Cortês

A máquina de judicialização acionada por Douglas Garcia e Gil Diniz contra as artimanhas de Doria, da esquerda e do establishment, ecoou forte por todo o País.

Os dois são exemplos pedagógicos de ação efetiva de efeito desmoralizante contra os ataques orquestrados, das mais diferentes origens, contra os conservadores.

Foi Gil Diniz, deputado estadual por São Paulo, quem denunciou Alexandre de Moraes na Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Graças a ele, a Organização dos Estados Americanos (OEA) terá de se pronunciar sobre os inquéritos abertos por Moraes, nos quais o ministro é a vítima, acusador e julgador.

É o tipo de ação que inverte o ônus de acusação, coloca o STF para se explicar, e cria uma narrativa poderosa.

Por sua vez, Douglas Garcia causou imenso furor ao divulgar um dossiê com informações que levam à identificação de centenas de Antifas em São Paulo.

Como se sabe, muitos deles são jovens mimados de classe média. O dossiê foi enviado ao Consulado Geral dos EUA, já que Trump definiu os Antifas como terroristas, portanto, as férias, e cursinhos caros de verão de muitos deles foram arruinados.

Poderia citar muitos outros exemplos de ação efetiva dos dois deputados, que fizeram uso apenas da inteligência na produção de ações judiciais que abriram caminho para narrativas que inverteram o jogo em várias situações.

Acompanhei de perto essa saga. E posso dizer que a Assembleia Legislativa de São Paulo nunca viu mandatos mais combativos.

Ao invés de apenas reagir diante das acusações de participação em atos “antidemocráticos”, ambos expuseram a violência dos Antifas. E propuseram (partindo de Gil Diniz) a instalação de uma CPI dos Antifas na Alesp.

Isso é uma inversão de narrativas, uma forma de usar o avanço do inimigo contra ele mesmo, uma guerra de posição ponto por ponto.

Além disso, Gil e Douglas protagonizaram as primeiras tentativas de impeachment de João Doria. E não apenas isso: no processo levantaram informações sobre contratos obscuros e compras suspeitas que Doria realizou sem licitação durante a quarentena.

Agora o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TC-SP) está investigando esses contratos, o que será uma belíssima dor-de-cabeça a longo prazo ao presidenciável tucano.

Douglas e Gil Diniz foram expulsos do PSL no momento em que intensificaram as ações contra o governador João Doria.

Não é por acaso que ambos são os deputados mais perseguidos da Alesp – talvez de toda a história do Legislativo paulista.

Dá pra entender o tamanho do impacto que pode ser causado pelo uso correto de ferramentas de um mandato legislativo. Não aceite que qualquer deputado bolsonarista diga que não sabe o que fazer ou entregue menos que isso.

David Horowitz certa vez explicou que durante um conflito aberto, o lado que se mostra mais pró ativo recebe mais adesão. É uma constante da natureza humana. As pessoas se aliam ao lado mais ativo, com mais chances de vencer.

A base bolsonarista em Brasília não pode se submeter a comemorar vitórias emprestadas da esquerda. Que a ação desses dois deputados paulistas sirva de exemplo.

VEJA TAMBÉM NO VÍDEO ABAIXO:

Comentando matéria da Veja sobre vitória de Bolsonaro em pesquisa



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Douglas Garcia e Gil Diniz se destacam como deputados conservadores mais combativos Douglas Garcia e Gil Diniz se destacam como deputados conservadores mais combativos Reviewed by Wilson Oliveira on 15:32:00 Rating: 5

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