Mensagem de Ano Novo: que o Brasil cumpra o papel de Pátria Cristã, de Pátria do Evangelho

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Por Sandra Kucera

O texto abaixo foi escrito por Sandra Kucera em resposta a um áudio de Wilson Oliveira, no grupo do M30, sobre a forma de se analisar o governo Bolsonaro.

"Muito boas observações, Wilson, especialmente quanto à tentar manter uma "estabilidade emocional" diante do governo. Tanto a euforia quanto a crítica feroz não são bons conselheiros. 

E outra: Bolsonaro foi eleito afirmando que governaria dentro da lei e em respeito à Constituição. Gostando nós ou não disto, é assim que ele fará. Muitos dizemos: "mas só um lado cumpre as regras, isso tem data pra acabar". Precisamos, nesse ponto, unir a visão transcendente ao que os olhos mortais vêem. Desde quatro anos antes da eleição, ele vem cruzando o país com o mote: "Brasil acima de tudo e Deus acima de todos". 

Alguém aqui ainda acha que ele se elegeu sem um empurrãozinho do céu?? Eu respeito quem pense assim, mas não discuto com esses, porque não faz o menor sentido. E ele só manterá algum tipo de vínculo de inspiração se mantiver os passos retos na Terra, e isso inclui a lei dos homens (que pode ser modificada, mas não burlada). 

Sempre me lembro de D. Pedro II e a abolição da escravatura. O Imperador (abolicionista) poderia ter liberto os cativos por impositivo da Lei, mas... Haveria revolta e derramamento de sangue. Deixou que a ideia crescesse no seio do próprio povo e foi estabelecendo a liberdade por partes: lei do sexagenário, ventre livre etc. Quando a maturidade geral havia alcançado o "ponto apropriado", eis que Isabel sancionou a Lei Áurea, que já não era uma determinação imperial, mas um desejo manifesto. 

Se meu raciocínio estiver correto, não veremos o presidente acionar um cabo e um soldado, pelo menos se o povo não tiver manifestado em alto e bom tom que tem o mesmo desejo e as Forças Armadas garantirem que a paz prevalecerá. 

Podemos estabelecer um paralelo com os EUA e sua libertação da escravidão e chegaremos a conclusão que o processo gradual foi mais assertivo. 

De igual formas quando houve o golpe da república, D. Pedro II poderia resistir, tinha a Marinha ao seu lado, mas, novamente, elegeu a paz e a garantia de que não haveria derramamento de sangue. 

Ao Brasil cabe, mais do que nunca, agora que os EUA estarão sob o domínio globalista, o papel de Pátria Cristã, de Pátria do Evangelho. Jesus não corrompe nem violenta consciências, preferiu o sacrifício silencioso ao pacto com o mal. Quem desejar estar sob a Sua proteção terá de agir em consonância com as Suas lições. Assim poderá confiar com a inspiração, que não faltará. 

Mas... de igual formas, o povo tem de fazer sua parte, pois o bem (ou o evangelho) avança de um em um e de dentro pra fora, jamais veremos um povo cristão sem almas cristãs. No Velho Testamento a proposta era do povo (hebreu) para o indivíduo, com Jesus passou a ser do indivíduo para o povo. 

Bestemar e criticar não ajuda em nada. E isso não é sinônimo de passividade, mas de prudência e confiança, e esta última nos falta muito ainda, assim como a unidade. Deixar querelas e unir-se pelo cerne que define todo o resto.