Resenha Política #0: ''Governo Bolsonaro completa dois anos sem escândalo de corrupção''

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O Resenha Política é o mais novo quadro de O Congressista, que reunirá quatro conservadores dispostos a debaterem sobre todo e qualquer tema que for proposto pela direção do site. Além dos debates que serão publicados por escrito, os debatedores também escreverão colunas próprias, além de participarem da elaboração de posicionamentos, em conjunto ou individuais, dos temas que também serão definidos pela direção do site. Cada um também terá um perfil no Twitter que será supervisionado por O Congressista.

Os participantes do Resenha Política irão colaborar para o novo quadro deste site a partir de uma escala que satisfaça a disponibilidade de horário do quarteto. Os novos colunistas apresentaram apenas uma condição: a de que pudessem utilizar nomes e avatares fictícios para não serem reconhecidos nos seus ambientes de trabalhos, onde poderiam sofrer represálias profissionais por serem locais dominados por esquerdistas. 

Confira abaixo as respostas dos quatro colunistas em um breve questionário de apresentação:

Qual a frase de apresentação para o público de O Congressista?

Isadora Salutem: Margaret Thatcher é o maior exemplo pra mim que retrata a luta das mulheres por um espaço na política.

Lucas Fraternais: os conservadores precisam entender de política se quiserem obter algum sucesso nesse terreno.

Antônio Fidelium: o conservadorismo brasileiro precisa de pessoas sérias, que tratem das questões com a devida atenção, sem piadinhas e provocações bobas.

Raul Prudens: a direita brasileira ressurgiu das cinzas e aos poucos está se firmando na política e na opinião pública.

Qual a posição sobre o Governo Bolsonaro?

Isadora Salutem: não é o governo dos sonhos, mas é melhor que todos os outros que vi nos meus 31 anos de vida.

Lucas Fraternais: é um governo que completou dois anos sem nenhum escândalo de corrupção, algo que eu achava impossível para os padrões brasileiros.

Antônio Fidelium: é um governo que não pode se vangloriar por ser o melhor das últimas décadas, pois o que tivemos antes era desastre atrás de desastre. 

Raul Prudens: é um governo de transição, que está servindo para o povo brasileiro que não é de esquerda entrar nas discussões políticas.

Qual a prioridade dos conservadores brasileiros no atual momento?

Isadora Salutem: maturidade pra conviver com as diferenças internas e mesmo assim se unir sempre que for necessário.

Lucas Fraternais: largar o complexo de adolescente rebelde de lado e encarar a política brasileira sem medo de bicho papão.

Antônio Fidelium: desenvolver atuações conjuntas nas frentes políticas, jurídicas, culturais, jornalísticas e educacionais. 

Raul Prudens: aprender a tirar lições dos muitos erros que ainda vamos cometer enquanto movimento político-ideológico. 

Se os conservadores forem criar um partido do zero, qual nome mais indicado pra liderar esse processo?

Isadora Salutem: Janaina Paschoal.

Lucas Fraternais: Eduardo Bolsonaro.

Antônio Fidelium: Filipe G. Martins.

Raul Prudens: Luiz Philippe de Orleans e Bragança.

Como enxerga a possibilidade de Bolsonaro se filiar a um partido já existente?

Isadora Salutem: como ele nunca demonstrou preocupação em liderar um partido, já imaginava isso desde quando ele saiu do PSL. 

Lucas Fraternais: acredito que ele usará a bagagem adquirida na passagem pelo PSL pra firmar uma parceria mais benéfica para o seu grupo político.

Antônio Fidelium: acredito que o novo partido do Bolsonaro vai aproveitá-lo pra garantir muitas cadeiras no Congresso, crescerá o olho e depois o cuspirá pra fora, assim como fez o PSL.

Raul Prudens: o PSL não soube tirar proveito do seu ilustre filiado. Acredito que o próximo partido saberá tratar Bolsonaro muito bem, pois será a chance de vencer a cláusula de barreira.

Qual foi a maior vitória conservadora no âmbito ideológico nos últimos dois anos?

Isadora Salutem: o surgimento de um núcleo conservador de jornalistas e analistas de política, como Ana Paula Henkel, Giselle Soares, Renata Barreto, Adrilles Jorge, Luis Ernesto Lacombe, Rodrigo Constantino, Caio Copolla, Augusto Nunes, Herbert Passos Neto, Silvio Navarro e tantos outros.

Lucas Fraternais: ver a Brasil Paralelo atingir uma grande quantidade de pessoas que antes do início de 2019 não atingia.

Antônio Fidelium: ver muitos conservadores caindo na real após as eleições de 2020 revelar para todos como o conservadorismo brasileiro necessita urgentemente se organizar.

Raul Prudens: o crescimento e a solidificação da Brasil Paralelo, principalmente com o sucesso do Especial de Natal.