A superioridade de Luiz Philippe de Orléans perante os outros deputados

23:14:00 , 0 ''


Por Isadora Salutem
 
No massacre canalha, baseado em fake news, a que os deputados bolsonaristas foram submetidos na noite da última quinta-feira (15), um deles passou totalmente ileso ao bombardeio: Luiz Philippe de Orléans e Bragança.
 
O motivo é muito simples: o Príncipe, como é conhecido por fazer parte da Família Real brasileira, está o tempo todo falando sobre as profundas mudanças que precisam ser feitas por meio de uma reforma política honesta, ampla, transparente e objetiva. Antes das atitudes, é o discurso que forma a imagem da pessoa pública. 
 
E o tema da reforma política, a meu ver, deveria ser o número 1 de todo deputado, político e cidadão que se diz conservador. Não adianta a gente querer qualquer outra coisa com esse Congresso, com esses partidos, com esse sistema que está aí onde nem o voto pode ser auditado. É preciso mudar o sistema para depois exigir bons resultados.
 
No entanto, existe outro ponto que precisa ser levantado antes de se falar em modificar o sistema: quem vai modificá-lo? Sabemos que não adianta apenas as pessoas boas, leais e inteligentes como Luiz Philippe entrarem pra política. Essas pessoas boas e inteligentes precisam pertencer a partidos que estejam sintonizados com essa bondade, essa lealdade e essa inteligência. 

Nossos seguidores costumam falar que "no Brasil já tem muitos partidos, pra quem mais?". Pois é, meus caros. Temos 40. Podíamos ter 400, cinco mil, duzentos mil, um milhão de partidos. Se forem legendas comandadas por gente canalha, com interesses podres, não adiantará de nada. 

Precisamos construir o primeiro partido feito por conservadores, depois o segundo, depois o terceiro, depois o quarto. Só assim conseguiremos ter força, organização e braço para competir e derrotar os políticos e partidos que, por exemplo, aprovaram o aumento do fundão eleitoral e lutam para manter o processo eleitoral na obscuridade.
 
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Quatro conservadores aceitaram o convite de O Congressista e se disponibilizaram a realizar debates por escrito de todos os temas que forem propostos. No entanto, eles pediram para utilizar nomes fictícios para não serem reconhecidos e não sofrerem represálias em seus locais de trabalho, pois os quatro trabalham em ambientes dominados pela esquerda. 

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