Colunista: o Senado é a maior concentração de covardes do Brasil

22:43:00 0 ''


Por redação O Congressista

No Resenha Política realizado nesta segunda (23) com os colunistas de O Congressista, Lucas Fraternais afirmou que Rodrigo Pacheco se tornou o maior covarde do Brasil por não abrir nenhum processo de impeachment de ministro do STF e que, consequentemente, o Senado se tornou a "maior concentração de covardes do Brasil".

O debate começou com Antônio Fidelium afirmando que o presidente Jair Bolsonaro lançou mão do embate com ministros do STF para tirar palanque dos responsáveis pela CPI da Covid.

"A meu ver, Bolsonaro está marcando um golaço na estratégia política. Lançou esse confronto com o Barroso e o Alexandre Morais pra tirar o palanque do Renan Calheiros, do Omar Aziz e do Randolfe Rodrigues no teatrinho da CPI da Covid".

Raul Prudens, colunista de O Congressista especializado em mídia, concordou. 

"Está dando certo. Antes, qualquer coisa que acontecia na CPI da Covid era o único assunto a ficar em voga, mas atualmente a CPI não está conseguindo ter mais destaque que a "crise institucional"". 

Ao pontuar que Rodrigo Pacheco ficou prejudicado no movimento político do presidente Jair Bolsonaro, Lucas Fraternais disparou:

"E de quebra colocou o Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, como o maior covarde do país por não ter coragem de abrir processo de impeachment de ministro do STF, maior clamor popular ao lado do voto impresso. E mostra também que o Senado é a maior concentração de covardes do Brasil". 

Isadora Salutem ligou a covardia do Senado à CPI da Lava Toga. 

"O Senado não ter coragem de votar impeachment de ministro do STF mostra como aquele papo de CPI da Lava Toga era na verdade o maior papo furado". 

Lucas Fraternais citou o tamanho que poderia ter um impeachment de ministro do STF.

"Se eles realmente quisessem investigar o judiciário brasileiro, abririam ao menos um processo de impeachment de ministro do STF. Certeza que a queda de qualquer um deles magicamente faria aparecer um monte de podre do judiciário".  

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Quatro conservadores aceitaram o convite de
O Congressista e se disponibilizaram a realizar debates por escrito de todos os temas que forem propostos. No entanto, eles pediram para utilizar nomes fictícios para não serem reconhecidos e não sofrerem represálias em seus locais de trabalho, pois os quatro trabalham em ambientes dominados pela esquerda. 

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