No Brasil, Bolsonaro é o maior defensor da liberdade do povo

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Por Wilson Oliveira

No vídeo mais recente do canal O Congressista TV, respondi uma pergunta que alguns seguidores fizeram: "Bolsonaro será o único candidato de direita na eleição presidencial de 2022?". Antes de efetivamente responder essa questão no vídeo, achei por bem apresentar os dois critérios que considero primordiais para definir um candidato, ainda mais a presidente, como direitista.

Primeiro de tudo, esse candidato precisa ser um crítico da ditadura comunista chinesa. Aqui no site aproveito para fazer uma distinção. Uma coisa são princípios e valores defendidos, outra coisa é o trabalho realizado por um presidente. É claro que como conservador que somos precisamos levar em consideração que a China é um parceiro comercial extremamente importante para o Brasil. Ainda que reconheçamos tal situação, também precisamos ter muito claro que o país asiático vive uma ditadura comunista que é exatamente o oposto do que os conservadores defendem.

O segundo critério é a defesa da liberdade do povo. E esse quesito é autoexplicativo em relação ao presidente Jair Bolsonaro, atualmente o maior defensor do direito do brasileiro ser livre. E observando as últimas três manifestações ocorridas em nosso país concluímos que a sociedade reconhece tal afirmação. No dia 7 de setembro, em apoio ao governo federal, as ruas ficaram lotadas de pessoas em todos os estados. Um evento que entrou para a história como uma das maiores manifestações já vistas em solo brasileiro. As duas seguintes foram marcadas pela oposição ao governo e não teve nenhuma presença de povo, apenas de políticos e de militância paga. 

Portanto, para ser um direitista, ao menos na avaliação editorial de O Congressista, é preciso preencher esses dois requisitos mínimos e, entre os nomes cotados para disputar a eleição presidencial em 2022, Jair Bolsonaro é o único que preenche os itens apresentados. Ou seja, sim, a resposta é que o atual presidente do Brasil será o único candidato da direita em tal pleito. 

>>> Bolsonaro será o único candidato de direita em 2022?

No vídeo, aproveitei para responder se existe uma direita não-bolsonarista no Brasil. A resposta é que não existe, apesar de parte da velha mídia tentar colar o rótulo de direita em grupos como MBL e Vem Pra Rua, e partidos, como Novo e PSDB, numa tentativa totalmente inócua de enganar eleitores de direita que já estão mais do que vacinados quanto à isso (com o perdão do trocadilho factual).  

Ponderei, entretanto, que seria saudável a existência, de maneira organizada, ou seja, representada por partidos políticos, tanto da "direita bolsonarista" como de uma "direita não-bolsonarista". Isso nada mais seria a existência de um partido de direita do presidente do Bolsonaro e outros partidos de direita que não seriam o dele. Essa é a necessidade mais urgente para a direita brasileira, pois sem partido fica impossível travar batalhas políticas - mais impossível ainda é obter grandiosas vitórias. A própria bandeira da candidatura independente, que muitos defendem nas redes sociais, só irá avançar quando existirem partidos que a defenda.

Ao tocar nesse assunto, durante o vídeo, surgiu a curiosidade de como partidos de direita que não fossem bolsonaristas estariam agindo nesse momento em que tentam jogar no colo do presidente a culpa por todos as mortes causadas no Brasil pela pandemia. Opinei que caso existissem, essas legendas direitistas, em vez que embarcarem nessa histeria de uma oposição cada vez mais ridicularizada, estariam na verdade apontando justamente a hipocrisia flagrante nas narrativas da esquerda, da terceira via e até mesmo da parte oposicionista da mídia, que consegue ser campeã de discursos hipócritas apesar de todo esforço político da oposição para tal. 

Essa minha opinião parte de um princípio inquestionável da política, não só do Brasil e não só do momento atual, mas do mundo, de toda história. Quem é de direita sempre estará próximo da direita, assim como quem é de esquerda sempre estará próximo da esquerda e quem é de centro sempre estará próximo do centro. Não existe a menor possibilidade de uma pessoa com determinada visão de mundo ficar contra seus semelhantes e se aproximar dos seus antagônicos, a não ser que esteja defendendo interesses pessoais que não podem ser colocados de forma transparente, o que geralmente não é algo bom.